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Itaú espera queda de 0,2% do PIB no 1º tri e espaço para corte dos juros para 5,75%

16 maio 2019 - 10h29Por Angelo Pavini
O Itaú projeta contração de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas produzidas pelo país) no primeiro trimestre de 2019 ante o quarto trimestre de 2018 (com ajuste sazonal) e alta de 0,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado será divulgado no dia 30 de maio. O banco reduziu recentemente a projeção para o crescimento do PIB deste ano, de 1,3% para 1%, abaixo do 1,1% do ano passado. Do lado da demanda da economia, o banco projeta leve alta do consumo das famílias, anulada por uma queda no investimento das empresas. Já no lado da oferta, o banco estima leve alta de serviços e contração no PIB industrial e agrícola. Segundo o Itaú, a evolução recente da atividade reforça a visão de que o ajuste fiscal e a redução de subsídios creditícios têm contribuído para uma queda da taxa de juros neutra, que deve permitir ao Banco Central baixar a taxa de juros básica, hoje em 6,5%. Invista em fundos da Órama. Clique aqui e abra sua conta e tenha o atendimento gratuito da Ipê Investimentos! Uma análise simplificada da relação entre o crescimento do PIB e a taxa de juros indica que a taxa de juros real (acima da inflação) atual (em torno de 2,8%) não é, por si só, suficiente para que a economia cresça significativamente acima de 1%, afirma o Itaú. Além disso, os economistas do banco Luka Barbosa e Alexandre Gomes da Cunha, avaliam que a incerteza associada à implementação de reformas tem pesado em alguma medida sobre a atividade econômica, em linha com as impressões colhidas junto ao setor real. O banco projeta juros de 5,75% ao ano no fim deste ano e de 5,50% no fim de 2020. Apesar de acharem os juros altos para o atual momento econômico do país, os economistas do Itaú acreditam que a Selic só deve cair depois que a reforma da Previdência for aprovada no Congresso. “Portanto, a reforma da Previdência, mais do que simplesmente um estímulo ao crescimento induzido pela confiança, é, em nossa opinião, um gatilho para o crescimento por meio do estímulo monetário – não há espaço para cortes nas taxas de juros antes que a reforma seja votada, mas haverá após a sua aprovação.” O post Itaú espera queda de 0,2% do PIB no 1º tri e espaço para corte dos juros para 5,75% apareceu primeiro em Arena do Pavini.
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