quarta, 28 de fevereiro de 2024
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Ibovespa acumula perdas, aos 85 mil pontos; dólar mantém valorização, a R$ 5,42

29 maio 2020 - 13h30Por Redação SpaceMoney

O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, operava em queda durante o pregão desta sexta-feira (29), com a tensão acerca do pronunciamento dos EUA sobre a China, que também derruba os mercados internacionais. Por volta das 13h30, as perdas eram de 1,14%, aos 85.957,88 pontos. O dólar voltou a subir, com o menor apetite ao risco. A moeda norte-americana registrava valorização de 0,73%, cotada a R$ 5,425. Veja os principais fatores que influenciam o mercado financeiro na sessão de hoje:

Mercados internacionais

No Japão, o Nikkei 225 fechou com queda de 0,18%. Já a bolsa de Xangai encerrou a sessão com ganhos de 0,22%. Na Europa, DAX 30 recuava 1,65% e FTSE 100 tinha queda de 2,29%. CAC 40 perdia 1,59%. Nos Estados Unidos, Dow Jones e S&P 500 caíam 0,99% e 0,64%, respectivamente. Nasdaq tinha queda de 0,092%.

EUA x China

O presidente Donald Trump convocou uma coletiva de imprensa para falar sobre a posição dos EUA em relação à China, tendo em vista a nova lei de segurança nacional que inclui Hong Kong. Os receios de novas retaliações elevam os temores sobre a guerra comercial.

PIB

O IBGE divulgou hoje o PIB (Produto Interno Bruto) para o 1º trimestre de 2020, que apresentou queda de 1,5% na comparação trimestral. Com os meses de janeiro e fevereiro normais, o número apenas começou a refletir os estragos da pandemia na economia brasileira. Leia mais: PIB do 1º tri cai 1,5% e é prenúncio de tombo maior nos próximos meses

Balanços

A Cosan publica seus resultados para o 1º trimestre hoje, após o fechamento dos mercados.

Em Brasília

As tensões políticas continuam com o presidente Jair Bolsonaro insistindo em críticas ao Supremo Tribunal Federal. O líder disse que “não haverá mais outro dia como ontem”, em referência à deflagração de mandatos da Polícia Federal no âmbito do inquérito das fake news, que atingiu aliados bolsonaristas. Bolsonaro adicionou que “ordens absurdas” não devem ser cumpridas pela PF.