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Ibovespa

Ibovespa opera em leve alta e dólar comercial desvaloriza

17 julho 2019 - 10h24Por Redação SpaceMoney
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Às 12h05 desta quarta-feira (17), o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores paulista, a B3, operava em leve alta de 0,17%, aos 103.907,93 pontos. O dólar comercial, por sua vez, recuava 0,119%, cotado a R$ 3,7648. Com o recesso parlamentar, que paralisou o andamento da reforma da Previdência no Congresso Nacional, o mercado volta sua atenção para as notícias no exterior, principalmente na expectativa por novidades na política monetária na Europa e nos EUA. Reacendendo as preocupações sobre as negociações comerciais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira que os EUA ainda têm um longo caminho para concluir o acordo comercial com a China, mas pode impor tarifas sobre outros 325 bilhões de dólares em produtos chineses se for necessário. Os preços ao consumidor na zona do euro subiram em junho um pouco mais do que previsto inicialmente, mostraram dados nesta quarta-feira, mas a inflação ainda está abaixo da melhora que as autoridades buscam. A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, informou que os preços nos 19 países da zona do euro subiram 1,3% em junho sobre o ano anterior, contra preliminar de 1,2%. Em maio a inflação foi de 1,2%, menor nível desde abril de 2018. Bolsas Internacionais Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,31%, a 21.469 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,09%, a 28.593 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,20%, a 2.931 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,06%, a 3.804 pontos. A quarta-feira mostra-se ser um dia negativo para os principais mercados de ações da Europa. Em Frankfurt, o DAX tem perdas de 0,21% aos 12.404 pontos, enquanto que em Londres o FTSE recua 0,26% aos 7.557 pontos. Já em Paris, o CAC cede 0,18% aos 5.604 pontos. Commodities Após seguidas sessões de altas, e de ter batido recorde histórico durante a sessão de ontem, os contratos futuros do minério de ferro encerram a quarta-feira com queda na bolsa de mercadorias de Dalian, na China. O ativo de maior liquidez, com data de vencimento para setembro deste ano, a desvalorização foi de 1,15% a 899,50 iuanes por tonelada, o que representa uma variação diária de 10,50 iuanes. A jornada foi mais uma vez positiva para os papéis futuros do vergalhão de aço, que são transacionados na também chinesa bolsa de mercadorias de Xangai. O contrato de maior liquidez, com entrega para outubro deste ano, teve ganhos de 27 iuanes por tonelada a 4.112 iuanes por tonelada. Já o papel de janeiro de 2020, segundo mais negociado, ganhou 15 iuanes para 3.801 iuanes por tonelada. Em relação aos contratos futuros do petróleo, o dia é de ganhos nas principais praças. Em Nova York, o barril do tipo WTI soma 0,94%, ou US$ 0,54, a US$ 58,16. Já em Londres, o Brent avança 1,23%, ou US$ 0,79, a US$ 65,14. Mercado Corporativo Petrobras (SA:PETR4) O presidente da Petrobras e o presidente do Uruguai chegaram às bases de acordo para encerrar concessões da Conecta e da Distribuidora de Gas de Montevideo no país vizinho até setembro, afirmou a petroleira estatal nesta terça-feira. Segundo a empresa, ambas as partes adotarão as providências necessárias para por fim aos litígios pendentes, sem pleitos adicionais de qualquer espécie. A empresa destacou ainda que o Uruguai assumirá as operações de ambas as concessões por meio de instrumentos legais cabíveis, dando continuidade aos serviços. “Para instrumentalizar o acordo, será formado um grupo de trabalho com representantes das partes envolvidas, em articulação com os presidentes”, disse a Petrobras em nota. Minério de Ferro A mineradora BHP informou nesta terça-feira que deverá provisionar 260 milhões de dólares devido à necessidade de acelerar o descomissionamento de barragens de rejeitos da Samarco, joint venture que compõe com a Vale (SA:VALE3), após mudanças legislativas brasileiras. As novas exigências no Brasil ocorreram após o rompimento de uma barragem da mineradora Vale em Brumadinho, em janeiro deste ano. A barragem da Vale foi construída com tecnologia de alteamento a montante, a mesma utilizada na barragem da Samarco que entrou em colapso em 2015. Com o rompimento em Brumadinho, a Agência Nacional de Mineração (ANM) proibiu a utilização do método de construção a montante em barragens de rejeitos de mineração, estipulando prazos para o descomissionamento dessas estruturas nos próximos anos. Etanol Brasil e Índia devem assinar um memorando de entendimento a respeito de produção e comércio de etanol quando os líderes dos dois países se reunirem em Brasília no final deste ano, disse nesta terça-feira a União dos Produtores de Bioenergia (Udop). De acordo com a Udop, a sugestão sobre uma parceria em etanol partiu do governo indiano, que possui uma meta de ampliar gradualmente a mistura de etanol em sua gasolina para até 20%. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, que foi reeleito em maio, fará uma visita oficial ao presidente Jair Bolsonaro em novembro. Frigoríficos O Brasil deve receber ainda neste ano a autorização para que mais 25 frigoríficos exportem carne bovina à China, na esteira da necessidade do país asiático de adquirir proteínas enquanto enfrenta um surto de peste suína africana, afirmou a consultoria INTL FCStone em evento nesta terça-feira. Com a peste suína tendo dizimado grande parte de sua criação de porcos, a China terá de buscar no Brasil um volume ainda maior de carnes, mas para isso precisa liberar as vendas por mais frigoríficos brasileiros, hoje limitadas a 15 unidades de bovinos, segundo o consultor de gerenciamento de riscos da FCStone Caio Toledo. “Com os Estados Unidos restritos, sobram apenas Brasil e Austrália”, disse ele em apresentação, mencionando a guerra comercial do país líder em importações do produto brasileiro com os EUA. Agenda de Autoridades O presidente Jair Bolsonaro viaja nesta quarta-feira para Santa Fé, na Argentina, onde participa de um encontro com os chefes de Estado do Mercosul, voltando no final do dia para Brasília. O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de um café da manhã com os ministros da economia e presidentes dos bancos centrais dos países do bloco, acompanhando Bolsonaro no restante do dia. Com Investing.com

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