sábado, 21 de maio de 2022
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Confira cinco dicas para melhor controle do caixa da sua empresa

Empreendedores ainda lidam com problemas históricos como a obtenção de crédito e precisam se virar para sobreviver em meio a um cenário macroeconômico turbulento. Melhor controle do caixa pode ajudar a manter o empreendimento aberto

14 março 2022 - 13h26Por Money Money Invest

Em 2021, o Brasil registrou a criação de novas 2,615 milhões de empresas – a maior quantidade de companhias criadas no país em um ano. Os dados constam na mais recente edição do Mapa de Empresas, uma plataforma digital do Ministério da Economia sobre o registro empresarial no país, que foi divulgado no mês passado.

De acordo com o material, o quantitativo de empresas abertas representa um aumento de 19,7% em relação a 2020. Atualmente, há 18,915 milhões de empresas ativas no Brasil. Desse total, cerca de 13,2 milhões são empresas individuais, incluído o microempreendedor individual (MEI). 

Em seguida, surgem as empresas Sociedade Empresária Limitada, com 4,4 milhões de registros ativos. Os negócios no formato Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) cadastrados somam 984.573, as Sociedades Anônimas (S/A) são 175.355 e as cooperativas totalizam 34.520 no país. Os demais tipos de empresas somam 64.419.

Apesar dos números positivos, empreendedores ainda lidam com problemas históricos como a obtenção de crédito e precisam se virar para sobreviver em meio a um cenário macroeconômico turbulento, com as altas da inflação e da taxa básica de juros Selic e outros fatores. Devido a essas complicações, 1,410 milhão de empresas não resistiram e encerraram suas atividades em 2021.

Separamos cinco dicas para você realizar um melhor controle do caixa da sua empresa e assim fugir das estatísticas de empreendimentos que fecharam no Brasil. Veja a seguir:

Fluxo de caixa e regime de competência para otimizar gestão 

Fique atento ao fluxo de caixa para manter as finanças em dia. Não são poucas as empresas que terminam suas operações por conta de uma má administração do capital de giro. 

Ao utilizar o fluxo de caixa não apenas como uma ferramenta de registro de contas a pagar e receber, você qualifica a gestão do seu empreendimento e avalia de maneira mais assertiva os possíveis cortes e investimentos necessários ao seu negócio ao compreender o volume de entradas e saídas e a periodicidade das mesmas. 

Lembre-se que gastos podem ser cortados sempre, assim como a necessidade de realizar novos investimentos precisam sempre estar no radar para dinamizar a empresa.

Esse processo deve ser realizado constantemente e consiste em quatro etapas: registro diário de despesas e receitas, a análise diária de pagamentos e recebimentos previstos para o futuro, estudo de investimentos e aplicações de recursos em caso de saldo positivo e também a avaliação de necessidade de capital de giro se o saldo for deficitário.

Simultaneamente à apuração do fluxo de caixa, estipule para o seu negócio o regime de competência, pelo qual você vai examinar as datas de todas as operações realizadas, sejam elas receitas ou despesas. 

Como, por exemplo, se você realiza uma venda no valor de R$ 400,00, parcelada em até oito vezes, pelo regime de competência essa operação já consta entre as suas receitas. Pelo regime de caixa, você não vai encontrar a mesma informação, já que a primeira parcela do cartão de crédito deve constar apenas após trinta dias do ato de compra.

Negocie preços e prazos com fornecedores e clientes

Para um maior conforto para o seu empreendimento, avalie com um certa periodicidade a negociação de preços e prazos com fornecedores e clientes. 

Os processos de compras, o planejamento de estoque e a previsão de vendas precisam ser bem definidos e estruturados e essas etapas necessitam de uma boa relação em ambas as pontas.

Procure negociar por formas de pagamento que sejam mais adequadas, com uma extensão de prazo ou, se for o caso de à vista o preço dos produtos serem mais baratos, verifique se o desconto cabe no seu planejamento de capital de giro. 

No relacionamento com os clientes, sempre que possível, tente reduzir os prazos de pagamento e incentive o pagamento em dinheiro, débito e Pix quando possível.

Otimização de estoque

Dissemos acima que o planejamento de estoque consta em uma etapa que indica tanto a sua boa relação com os fornecedores quanto com os clientes e isso precisa ser reforçado porque, se você desconhece o que seu negócio possui, pode comprar mais do que precisa e comprometer o orçamento.

Se você acompanha de perto o seu estoque, passa a conhecer o nível adequado do que pode ser vendido e balancear as compras necessárias para negociar uma melhor proposta do fornecedor. 

No pior cenário, se você deixa que o seu dinheiro do caixa se esgote em compras excedentes, pode haver a necessidade de realizar uma promoção ao público para se desfazer de tudo.

Ao reduzir o prazo médio de estoque dos produtos, você otimiza o seu fluxo de caixa e registra um volume menor de pagamentos aos fornecedores. Consequentemente, o fluxo de receitas aumenta.

Antecipação de recebíveis

Em alguns momentos, mesmo que o empreendedor seja tão correto com os planos de sua empresa, pode ser que haja uma falta de capital de giro. Eventos excepcionais impõem situações assim, como, por exemplo, a pandemia de Covid-19 que se prorroga desde março de 2020 e ainda hoje desafia os resultados de empresas de pequeno, médio e grande porte.

A antecipação de recebíveis pode ser uma estratégia para solucionar esse problema de forma mais imediata e quitar as contas da empresa em um curto prazo. Diferentemente dos empréstimos, essa operação consiste em receber valores provenientes de vendas parceladas, a prazo, com duplicatas, cheques e carnês, antes mesmo da cobrança ser efetuada.

Para solicitá-la, o empreendedor precisa estar munido de uma série de informações financeiras sobre o negócio e compreender as condições determinadas pela instituição financeira consultada para que as contas futuras se salvem do efeito “bola de neve”. 

Por isso, consulte as taxas de cobrança pela operação e assim as despesas financeiras não comprometerão a rentabilidade da sua empresa.

P2P: uma outra alternativa aos empréstimos tradicionais

Outra modalidade desponta como melhor alternativa aos empréstimos tradicionais: o Peer-to-Peer (P2P) Lending. Regulado pelo Banco Central (BC) em 2018, o P2P conecta pessoas físicas interessadas em investir e empreendimentos que precisam de recursos para financiar projetos e plataformas como a Money Money Invest se responsabilizam por essa mediação.

“Por meio do formato de P2P lending, a Money Money estimula e promove este movimento ao conceder crédito para empresas que estão buscando se expandir ao mesmo tempo em que disponibiliza opções de investimento atraentes para quem está buscando uma carteira diversificada e que traga possibilidade de rendimentos acima da renda fixa tradicional e relação equilibrada entre rentabilidade e exposição a risco”, destaca Marcos Travassos, CEO da Money Money.

A fintech oferece a possibilidade de os empréstimos serem pagos em até vinte e quatro meses, com taxas médias mensais de 1,15% a 2,42%, mas estas são avaliadas caso a caso.

Já para o investidor, a taxa de retorno fica entre 15% e 40% ao ano. Bem acima da taxa básica de juros, referência para investimentos de renda fixa como o Tesouro Selic, que está em 10,75% ao ano.

“Nossa missão é criar oportunidade de crescimento para as empresas e uma opção atraente para quem quer investir de forma diversificada com possibilidade de alta rentabilidade e exposição controlada ao risco. Ao criarmos essa ponte, todos os lados ganham”, afirma Marcos Travassos, CEO da Money Money Invest.

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