segunda, 06 de dezembro de 2021
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Brasil tem mais de 60 milhões de devedores. Faz parte desse número? Veja como sair dessa

Fintech de crédito CashMe oferece opção para quem quer regularizar as dívidas com empréstimo a juros baixos e prazos longos, utilizando imóvel como garantia

10 novembro 2021 - 10h50Por CashMe

O levantamento Mapa da Inadimplência, publicado no último mês com dados até setembro de 2021 pela Serasa, mostra as dificuldades que os brasileiros têm enfrentado para manter as contas em dia. Segundo o documento, mais de 60 milhões de pessoas no país estão com algum tipo de dívida. As mais comuns são relativas a cartões de crédito, que em geral possuem cobrança de juros estratosféricos para quem fica inadimplente, superando os 300% ao ano. 

Porém, desde o começo de 2020, como forma de equilibrar as contas por conta dos efeitos econômicos trazidos pela pandemia da Covid-19, as pessoas passaram a procurar ainda mais empréstimos com bancos e financeiras. E essa demanda seguiu em alta neste ano:  ainda segundo a Serasa, no primeiro semestre de 2021 a procura por crédito cresceu 26,2%, um recorde desde que a empresa começou a registrar o indicador, em 2008. 

Com o aumento da procura por crédito, cresce também a inadimplência. Em julho deste ano, a CNI (Confederação Nacional das Indústrias) realizou uma pesquisa que revelou que só 39% das pessoas endividadas “acreditavam” que conseguiriam quitar suas dívidas em um futuro próximo. O resultado? A famosa “bola de neve” de dívidas que pode se tornar difícil de regularizar.

Como sair dessa situação?

Para quem está inadimplente ou até negativado nas listas dos birôs de crédito, conseguir boas oportunidades não é fácil. Muita burocracia e juros altos estão no caminho de quem está em busca de voltar as contas para o azul. Porém, estão surgindo no mercado alternativas que podem ser uma luz no fim do túnel.

A fintech CashMe, startup do grupo imobiliário Cyrela voltada para o mercado de crédito, oferece soluções para quem busca empréstimo para melhorar de vida. O modelo é de home equity, isto é, a pessoa (ou empresa) utiliza seu imóvel como garantia e pode obter empréstimos acima de R$ 50 mil, pagando juros a partir de 0,85% ao mês, mais inflação. 

Leandro Mello, diretor jurídico da CashMe

Leandro Mello, diretor jurídico da CashMe

O empréstimo com garantia de imóvel traz taxa muito abaixo da praticada pelo mercado, ainda com a vantagem de oferecer prazos longos para o cliente pagar. “Hoje a média de juros do mercado está entre 5% e 7% ao mês, o que torna a nossa modalidade até cinco vezes mais barata. Além disso, temos opções para pagamento em até 240 meses. Em um momento de dificuldades financeiras como muitos vivem agora, ter uma parcela menor ajuda a reestruturar a vida financeira e acabar com as dores de cabeça trazidas pelas dívidas acumuladas”, explica Leandro Mello, diretor jurídico da CashMe.

Outra vantagem, aponta Mello, é a menor burocracia para contratação. “O home equity não avalia apenas a capacidade financeira da pessoa, mas também do imóvel dado em garantia. Essa é uma vantagem porque não é necessário ter nome limpo. Aliás, uma parte relevante dos nossos clientes têm algum tipo de restrição e utiliza os recursos emprestados com a CashMe para quitar dívidas. Além disso, o processo é muito menos burocrático. Normalmente, para obter crédito as pessoas precisam levar diversos documentos ao banco e aguardar pela resposta, enquanto com a CashMe nós é que vamos atrás da documentação necessária para o cliente”, detalha o diretor.

Mas precisa ter escritura?

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, órgão do governo federal, mais da metade dos imóveis no Brasil estão “irregulares”, muitos deles por falta de escritura. Porém, ressalta Leandro, esse também não é um impeditivo para se buscar crédito com a CashMe. “Muitas vezes o cliente não tem dinheiro para regularizar e faz um instrumento particular, também chamado de ‘contrato de gaveta’, pois não consegue arcar com custos de cartório ou o famoso ITBI, Imposto sobre a transmissão de bens imóveis. Quando o cliente está nessa situação, nós facilitamos essa regularização. Da mesma forma, atuamos também junto ao cliente para liquidar débitos como taxas condominiais em atraso, ajudando a colocar a vida dele de volta nos trilhos e disponibilizando um prazo longo para ele quitar”, diz.

Para quem quer mudar de vida

Uma das visões de negócio da CashMe, de acordo com a empresa, é oferecer crédito com as melhores condições para quem realmente quer mudar de vida e não se enrolar ainda mais. “Temos uma preocupação muito grande com o crédito ser sustentável. É comum o cliente requisitar um determinado valor e a gente conversar com ele para estruturar melhor, de modo que caiba no orçamento dele. Não queremos, daqui a alguns anos, nos tornar mais um credor dele. O mercado financeiro sempre teve muitas empresas que emprestavam sem saber se você conseguiria pagar ou não, chegavam a mandar cartão de crédito sem a pessoa pedir. Às vezes a pessoa está desempregada, precisando, utiliza aquele dinheiro e torna ainda mais difícil a sua situação. A gente não compactua com esse tipo de prática”, afirma o diretor jurídico da fintech.

Principalmente no Brasil, continua ele, ter esse olhar centrado no interesse do cliente é o diferencial da CashMe. “Infelizmente, o nosso país não tem uma cultura de educação financeira, as pessoas não aprenderam na escola como cuidar do próprio dinheiro. Então, um dos nossos propósitos centrais é ajudar as pessoas a mudarem de vida. O home equity é uma opção para quem está endividado ou até negativado e precisa de uma força, mas também é uma ferramenta para a pessoa realizar sonhos, como reformar o imóvel ou estudar. Basta usar o crédito de forma consciente. E nós estamos aqui para ajudá-la”, finaliza Leandro.
 

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