terça, 07 de dezembro de 2021
Previsto para novembro

Auxílio Brasil deve ser de R$ 300 por mês e atingir 17 milhões de pessoas, diz ministro

Segundo João Roma, a pasta estuda uma regra de permanência em que o beneficiário, mesmo empregado, possa permanecer por até dois anos sem perder o auxílio

18 outubro 2021 - 09h08Por Agência Brasil
João Roma, ministro da CidadaniaJoão Roma, ministro da Cidadania - Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por Agência Brasil - Anunciado em agosto deste ano, o novo programa de transferência de renda, o Auxílio Brasil, deve substituir o Bolsa Família em novembro, segundo o ministro da Cidadania, João Roma.

De acordo com o ministro, o novo programa vai interligar ferramentas do Estado e integrar políticas públicas para a população de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade.

Segundo ele, o principal diferencial do Auxílio Brasil é oferecer não apenas proteção social, mas também a possibilidade de transformação social que se dará por meio da capacitação para acesso ao mercado de trabalho. Roma diz que, para isso, contará com o apoio do Sistema S.

O programa também trará mecanismos para proteção da primeira infância e de segurança alimentar com o aperfeiçoamento de iniciativas já existentes como o Criança Feliz e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Com o objetivo de estimular as pessoas a buscarem novos caminhos sem medo de perder o benefício, está sendo viabilizado, segundo Roma, uma regra de permanência em que a pessoa, mesmo conquistando um emprego, por exemplo, possa permanecer por até dois anos sem perder o auxílio.

A ideia é que o valor possa ser reajustado, passando dos atuais R$ 190 para cerca de R$ 300. O auxílio, que hoje contempla cerca de 14 milhões de famílias, deve passar a atender 17 milhões.

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