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Alupar

Alupar: BB-BI altera recomendação para Compra; preço-alvo fica R$ 28

24 julho 2020 - 12h29Por Investing.com

Por Gabriel Codas, da Investing.com - O Banco do Brasil Investimentos (BB-BI) divulgou relatório na noite de ontem melhorando a recomendação das ações da Alupar (SA:ALUP11) de Neutra para Compra, além elevar o preço-alvo de R$ 26,30 para R$ 28,00, no final do ano, o que representa upside de 17,4%. Por volta das 12h54, as units da companhia elétrica recuavam 0,92% a R$ 23,78, em linha com as perdas do Ibovespa hoje. O principal índice acionário brasileiro subiam 0,03% a 101.326 pontos. A equipe incorporou ao modelo de avaliação as aquisições de participações realizadas em 2019 e os últimos resultados apresentados, bem como o avanço no desenvolvimento dos novos projetos e o atual cenário que se apresenta em 2020, conforme já apontado no resultado do 1T20. A visão dos analistas, o segmento de Transmissão de energia elétrica é o menos exposto aos riscos decorrentes dos impactos econômicos da atual pandemia. Isso ocorre porque ele não depende de volume consumido de eletricidade e nem de preços de energia. Eles destacam que em 2019, 63,5% da receita e 80% do EBITDA da companhia veio deste segmento. Os demais 26,5% da receita e 20% do EBITDA vieram dos ativos de Geração, que estão majoritariamente contratados no longo prazo no Ambiente Regulado. Para esse, eles também não esperam impacto relevante proveniente da atual crise. O banco aponta que aproximadamente 80% da energia da Alupar está contratada no ambiente regulado em contratos de longo prazo. Já os demais 20% estão contratados no mercado livre, em que há algum risco de aumento de inadimplência e redução de demanda. Isto é, caso a crise se prolongue no médio prazo. Desta forma, a conclusão é que a companhia apresenta uma oportunidade atrativa de retorno, associada a um baixo risco, mesmo diante do atual cenário.

Histórico da Alupar

Ao longo de 2019, a companhia avançou no desenvolvimento dos 8 projetos de Transmissão em construção conquistados nos leilões realizados desde 2016. Desses, a equipe destaca a finalização da construção e consequente início operacional da ETAP em abril e da ETC em setembro. Além disso, ela também incorporou as participações de 49% adquiridas no Leilão Eletrobrás #01/2018 nas SPEs TME e AETE. Assim, foi a segunda através do Consórcio Olympus VI, em parceria com a Perfin, no qual a Alupar possui 25,5%, cujo conjunto adicionou quase R$ 200 milhões à receita bruta anual consolidada. Agora, no início de 2020, houve a entrada operacional da EDTE (lote M da 1ª etapa do Leilão #013/2015 de abril de 2016), que adiciona R$ 69 milhões à receita anual bruta consolidada da companhia, apesar da participação societária equivalente a 25% do capital social. Os analsitas ainda aguardam para as próximas semanas o início operacional da ETB (lote E da 1ª etapa do Leilão#013/2015 de abril de 2016), enquanto os demais quatro projetos devem ser finalizados ao longo dos próximos dois anos. Para o BB-BI, a história da Alupar comprova o foco no crescimento e desenvolvimento de novos projetos com grande rentabilidade. Ou seja, demonstram disciplina na alocação de capital. As taxas de retorno que estimamos para os novos projetos são bem superiores ao custo de capital.
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