sábado, 27 de novembro de 2021
aumento

Aluguel em SP sobe 0,9% em junho, diz Secovi

17 julho 2019 - 15h03Por Angelo Pavini
A Pesquisa Mensal de Locação Residencial do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) aponta um aumento de 3,04% no valor de locação residencial, na cidade de São Paulo, no período acumulado de 12 meses (julho de 2018 a junho de 2019). O percentual ficou abaixo do IGP–M (Índice Geral de Preços – Mercado), da Fundação Getúlio Vargas, que apresentou variação de 6,51% no acumulado de 12 meses. Em junho, a variação foi de 0,90%, e no acumulado deste ano (janeiro a junho) chegou a 2,21% “O primeiro semestre deste ano foi um período de ajustes dos valores de locação na cidade de São Paulo”, diz Rolando Mifano, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP. Em junho, o IGP-M subiu 0,8%. Já no acumulado no ano e em 12 meses, o aluguel perde para a inflação, com o IGP-M acumulando 4,38% e 6,51% em 12 meses. Isso quer dizer que ainda vale o inquilino negociar com o locador do imóvel na ocasião do reajuste pelo IGP-M, considerando que os preços de mercado estão subindo menos.
As três tipologias registraram aumento médio: imóveis de 1 dormitório apresentaram variação de 1,10% seguidos dos de 2 quartos com alta de 1% e os de 3 quartos, 0,30%.

Metodologia

A Pesquisa de Locação Residencial do Secovi-SP monitora o comportamento do mercado de aluguéis na capital paulista. As informações estão disponibilizadas em valores por m² (área privativa de apartamentos e área construída de casas e sobrados) e estão organizadas em oito grandes regiões: Centro; Norte; Leste (dividida em duas: zona A – que corresponde à área do Tatuapé à Mooca; zona B – outros bairros dessa área geográfica, como Penha, São Miguel Paulista etc.); Oeste (segmentada em duas: zona A – Perdizes, Pinheiros e vizinhanças; zona B – bairros como Butantã e outros); Sul (dividida em duas sub-regiões: zona A – Jardins, Moema, Vila Mariana, dentre outros; zona B – bairros como Campo Limpo, Cidade Ademar etc.).

Garantias e velocidade de locação

O fiador foi o tipo garantia mais frequente entre os inquilinos, respondendo por 46% dos contratos de locação realizados. O depósito de três meses de aluguel foi a segunda modalidade mais usada – cerca de 37% escolheram essa forma de garantia. O seguro-fiança foi o tipo de garantia pedido por 17% dos proprietários. O IVL (Índice de Velocidade de Locação), que avalia o número de dias que se espera até que se assine o contrato de aluguel, indicou que o período de ocupação foi de 18 a 45 dias. Os imóveis alugados mais rapidamente foram as casas e os sobrados: 18 a 43 dias. Os apartamentos tiveram um ritmo de escoamento mais lento: 24 a 49 dias. O post Aluguel em SP sobe 0,9% em junho, diz Secovi; em 12 meses, alta é de 3,04%, abaixo da inflação apareceu primeiro em Arena do Pavini.
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