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Ibovespa

ABERTURA: Após tombo, Ibovespa abre em alta; dólar cai para R$ 4,67

10 março 2020 - 10h10Por Redação SpaceMoney

O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, abriu com alta o pregão desta terça-feira (10), seguindo os mercados internacionais após dia de baixas generalizadas. Por volta das 10h10, os ganhos eram de 2,24%, aos 87.997,12 pontos. O dólar comercial abriu em queda, com desvalorização de 1,09% ante o Real e cotado a R$ 4,674. Às 9h10, o Banco Central promoveu mais um leilão no mercado de câmbio, de US$ 2 bilhões, no intuito de conter os ânimos em relação à alta da divisa norte-americana. Leia mais: Circuit breaker no Ibovespa pode ser bom momento para entrada no mercado Ontem, seguindo o pânico generalizado nos mercados com o preço do petróleo e os receios com o coronavírus, a bolsa ficou parada por meia hora, com o circuit breaker, um mecanismo de defesa contra a volatilidade. Após atingir perdas de 10%, o Ibovespa retomou os trabalhos e encerrou o pregão com perdas de 12,16%, aos 86.075,87 pontos. Veja os principais fatores que influenciam o mercado financeiro na sessão de hoje:

Mercados internacionais

Hoje, as bolsas ao redor do mundo se recuperam das quedas generalizadas de ontem. No Japão, o Nikkei teve leve alta de 0,85%, enquanto a Bolsa de Xangai encerrou o pregão com ganhos de 1,82%. Na Europa, DAX 30 operava em campo positivo, assim como o FTSE 100. O índice CAC 40 também tinha ganhos significativos, de mais de 3%. Em Nova York, os futuros também apontavam para alta. Leia mais: No Japão, ações fecham em alta e Índice Nikkei 225 avança 0,85%

Petróleo

Após a queda monumental de ontem, o petróleo tinha alta de 8% na manhã desta terça-feira. A guerra de preços do óleo começou com a discordância entre Rússia e Opep em relação aos cortes de produção. Com isso, a Arábia Saudita faz preparativos para elevar a sua produção, assim como o país russo.

Coronavírus

China e Itália encabeçam o ranking dos países com maior número de casos da nova doença. No Brasil, as ocorrências chegaram a 30. No mundo inteiro, são mais de 110 mil infectados e 4 mil mortos pelo COVID-19. Os mercados observam os Estados Unidos: ontem, o presidente Donald Trump prometeu discutir com o Congresso medidas de incentivo econômicas para conter uma possível crise causada pela epidemia. Leia mais: Trump garante alívio fiscal para moderar impacto do coronavírus

Produção industrial

Foi divulgada hoje a produção industrial de janeiro: houve crescimento de 0,9% em relação ao mês de dezembro de 2019. No entanto, na comparação com janeiro de 2019, houve queda de 0,9%.

Balanços

O noticiário corporativo, ofuscado pelo day after do circuit breaker, aguarda os resultados das empresas Movida, Trisul e Localiza para depois do fechamento dos mercados.  
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