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Ibovespa tem queda com incerteza entre EUA e China; dólar sobe

13 DEZ 2019 • POR Redação SpaceMoney • 12h50
O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, começou a sessão desta sexta-feira (13) em queda de 0,33%, com 111.833,19 pontos, às 11h20. Após ter alta na parte da manhã, o índice cai após a fala do presidente Donald Trump, por meio das redes sociais, de que a informação dada pelo The Wall Street Journal sobre a redução de tarifas para produtos chineses estaria “completamente errada”. [better-ads type="banner" banner="33474" campaign="none" count="2" columns="1" orderby="rand" order="ASC" align="center" show-caption="1"][/better-ads] Dólar O dólar comercial registrou alta de 0,25%, cotado a R$ 4,102, no mesmo horário. Estas são as principais notícias para hoje: Bolsas internacionais As bolsas asiáticas fecharam em alta na manhã de hoje, com a possibilidade, por parte dos americanos, de um acordo comercial ser firmado ainda este ano. Entretanto, a China se mantém em silêncio frente ao acordo apresentado pelos EUA. Após a informação de terem assinado um acordo preliminar ontem (12), na manhã de hoje o presidente americano afirmou estar “completamente equivocada” a matéria do The Wall Street Journal sobre o corte de 50% nas tarifas existentes sobre produtos chineses. Vitória dos conservadores No Reino Unido, o conservador Boris Jhonson ganhou as eleições gerais, afastando o temor de uma retomada da esquerda radical no poder e aproximando o Brexit da realidade. Segundo o reeleito primeiro-ministro, em seu discurso, a retirada do Reino Unido da União Europeia (EU) ocorrerá até 31 de janeiro do ano que vem. Esta é a data limite para que se firme um acordo antes que a UE rompa, definitivamente, com os ingleses. Nova máxima Ontem (12) o Ibovespa atingiu sua nova máxima histórica, aos 112 mil pontos, refletindo duas principais notícias: a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de reduzir a taxa básica de juros para 4,5%, menor patamar da história, e a notícia de elevação da nota de risco do Brasil, de estável para positiva, pela agência de classificação S&P. O país se encontra agora com a classificação BB-. Atividade econômica cresce O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou alta de 0,17% em outubro, terceiro mês de alta seguida, o que demonstra uma retomada da atividade econômica do país. O índice leva em conta informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária e ele serve de parâmetro para o Banco Central decidir sobre a taxa básica de juros, a Selic.