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Controle da pandemia impulsiona vendas de empresas de vestuário, diz Inter

Analistas também consideram os impactos da inflação na renda das famílias e o fato do consumo neste fim de ano dever ser voltado para itens de menor ticket médio

14 outubro 2021 - 19h48Por Investing.com

Por Ana Beatriz Bartolo, da Investing.com - O Inter revisou as suas recomendações sobre as empresas de vestuário, considerando que a volta à normalidade com o controle da pandemia deve impulsionar as vendas. Porém, os analistas também consideram os impactos da inflação na renda das famílias e o fato de o consumo neste fim de ano dever ser voltado para itens de menor ticket médio.

C&A (SA:CEAB3)

No acumulado de 2021, as ações da C&A caíram 43%, sendo a empresa mais descontada entre as analisadas pelo Inter. O relatório aponta, entretanto, que essa queda não se justifica do ponto de vista fundamentalista. Aliás, tanto no micro como no macro as perspectivas são positivas. O Inter indica compra, com preço-alvo em R$ 14.

Lojas Renner (SA:LREN3)

A Lojas Renner é a top player em vestuário no mercado brasileiro, sendo a líder do segmento e benchmark logístico, por isso o Inter interpreta que a queda de 20% nas ações desde o início do ano não possui uma razão nos fundamentos da empresa. A varejista está capitalizada e com uma boa estratégia de crescimento inorgânico. Com preço-alvo em R$ 51, a recomendação é de compra.

Grupo SBF (SA:SBFG3)

O Inter destaca que a queda de 2% no acumulado de 2021 do Grupo SBF reflete o bom momento da companhia de produtos esportivos que se beneficia da preocupação do consumidor com a saúde. Além disso, o guidance de abertura de lojas, tanto de Centauro quanto de Nike (NYSE:NKE) (SA:NIKE34), fará com que as receitas do Grupo sejam alavancadas nos próximos anos. O Inter indica compra, com preço-alvo em R$ 42.

Vivara (SA:VIVA3)

A Vivara teve um desempenho atípico comparado com as outras varejistas, tendo se valorizado 2% desde o começo do ano. Apesar do aumento do custo da matéria prima, como ouro e prata, a empresa de joias conseguiu renovar seu mix de produtos, garantindo receita e margens, além de ter aproveitado vacâncias de lojas em shoppings para se reposicionar. A recomendação do Inter é por compra, com preço-alvo em R$ 34.

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