A dois dias da final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, a Fifa promoveu em Nova York um evento que reuniu astros do esporte e do futebol. O argentino Lionel Messi, em conversa com o ex-jogador da NFL Tom Brady e o tenista Novak Djokovic, comentou a icônica foto em que aparece dando banho em Lamine Yamal quando bebê, campanha da Unicef de 2007. Para Messi, a imagem simboliza a extraordinária trajetória do jovem espanhol, que agora enfrenta a Argentina na decisão do título mundial.
O camisa 10 do Inter Miami destacou que Yamal, aos 19 anos, já é um dos melhores jogadores do mundo e que disputar uma final de Copa do Mundo tão cedo evidencia seu potencial de mercado. “É uma loucura pensar que aquele bebê agora pode decidir uma final”, afirmou Messi, ressaltando a força da marca do atleta formado no Barcelona. A escalada de Yamal, que já conquistou a Eurocopa 2024, eleva seu valor de mercado e atrai olhos de patrocinadores globais, impactando o ecossistema de investimentos em direitos esportivos e licenciamento.
Marketing esportivo e legado da foto viral
A foto, registrada pelo fotógrafo Joan Monfort para a Unicef, voltou a circular após o pai de Yamal publicá-la durante a Eurocopa. O viral expõe o poder das narrativas históricas na construção de marcas pessoais, fenômeno cada vez mais relevante para valuation de atletas. Messi, ao comentar o episódio, reforçou sua própria imagem de lenda viva, elemento crucial para contratos de endorsement com gigantes como Adidas e PepsiCo.
Para analistas de marketing esportivo, a exposição gerada pela final pode impulsionar o valor de Yamal em até 30% nos próximos meses, considerando acordos com Nike e outras marcas. A unicidade da história — dois jogadores do mesmo clube de formação, separados por 18 anos, frente a frente em uma decisão — é considerada um ativo intangível raro. Já a Argentina busca o bicampeonato consecutivo, feito que apenas Itália (1934-38) e Brasil (1958-62) alcançaram, o que elevaria o prestígio da seleção e de seus patrocinadores, incluindo a Qatar Airways.
Pressão e resiliência no alto rendimento
Messi também respondeu a Djokovic sobre a pressão de jogar uma final de Copa. Para o argentino, a paixão pelo futebol desde a infância elimina o peso da obrigação, transformando competição em diversão. Essa mentalidade é frequentemente citada em estudos de performance corporativa como fator de sucesso em ambientes de alta pressão. A resiliência demonstrada por Messi ao longo da carreira é comparável à gestão de crises em empresas listadas em bolsa, onde a capacidade de manter o foco sob estresse agrega valor ao acionista.
Rodri, capitão espanhol, classificou Messi como o maior jogador da história, o que robustece o posicionamento do argentino como ícone global. A partida, no MetLife Stadium, terá transmissão para bilhões de telespectadores, gerando receitas publicitárias estimadas em US$ 500 milhões, de acordo com projeções de mercado. O confronto não apenas define o campeão mundial, mas também reconfigura o tabuleiro do marketing esportivo global.





