
A Planner atualizou a carteira recomendada de dividendos para setembro de 2026 com quatro trocas entre as cinco posições. Entraram Banco do Brasil (BBAS3), Banrisul (BRSR6), Copasa (CSMG3) e Porto (PSSA3), enquanto a Telefônica Brasil (VIVT3) foi mantida. A carteira segue com peso fixo de 20% para cada ação.
Saíram do portfólio BB Seguridade (BBSE3), Caixa Seguridade (CXSE3), Taesa (TAEE11) e Vale (VALE3). As inclusões foram justificadas pela projeção de pagamentos atrativos de proventos em setembro; a permanência da Telefônica Brasil está ligada à expectativa de aprovação de JCP (Juros sobre Capital Próprio) de R$ 0,16 por ação, em linha com o histórico da empresa de antecipar proventos relacionados ao resultado anual.
BBAS3 é a única nova posição com JCP confirmado
Dois JCPs foram confirmados pelo Banco do Brasil na nova carteira da Planner e somam R$ 0,1369 por ação. Desse total, R$ 0,102456 por ação corresponde ao JCP complementar referente ao 2T26, e R$ 0,034506 por ação ao JCP referente ao 3T26.
A data-base foi 1º de setembro, com as ações negociadas ex-juros a partir de 2 de setembro de 2026. O pagamento está programado para 11 de setembro e o retorno líquido estimado na carteira é de 0,54%; com isso, o Banco do Brasil é o único entre os novos papéis com o JCP já aprovado.
Projeções e desempenho da carteira
Para a Banrisul, a Planner projeta a aprovação de JCP de R$ 0,27 por ação, com retorno líquido estimado de 1,58%. A Copasa deve aprovar proventos de R$ 0,45 por ação, com retorno líquido estimado de 0,67%. A Porto, por sua vez, deve pagar JCP de R$ 0,54 por ação, com retorno líquido estimado de 0,91%.
Para a Telefônica Brasil, a carteira trabalha com JCP estimado em R$ 0,16 por ação, o que representa retorno líquido projetado de 0,44%.
Em agosto, o portfólio recuou 0,60%, enquanto o Índice Dividendos (IDIV) caiu 1,65% no mesmo período. Com isso, a seleção devolveu menos que o índice no período.





