Fake News

Banco Master não tem vínculo com investigação da PF na Faria Lima

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Banco Master
Executivos do BRB e Banco Master finalizam acordo que mantém integralmente as carteiras da operação bancária | Crédito: Reprodução

É fake news que o Banco Master tenha qualquer envolvimento em operações da Polícia Federal relacionadas à Faria Lima. Ainda assim, jornalistas insistiram em tentar atrelar o nome da instituição a uma investigação na qual o banco sequer é citado.

Trata-se de mais uma tentativa de fake news para desgastar uma marca que vem crescendo de forma sólida no mercado financeiro.

O que de fato existe é o seguinte: a Reag, uma gestora que presta serviços de administração de fundos, foi mencionada em processos recentes.

O Master é apenas um dos vários clientes da Reag, exatamente como tantas outras instituições financeiras que contratam prestadores para funções específicas de adminstração. Esse tipo de vínculo é comum, corriqueiro e não configura qualquer indício de envolvimento em apurações.

Apesar da clareza dessa relação, parte da imprensa escolheu inflar a narrativa. Manchetes forçadas sugeriram que o Banco Master poderia estar na mira das autoridades, ainda que não haja nenhum documento, decisão ou citação oficial que confirme isso. Esse tipo de distorção não é jornalismo — é a fabricação de dúvida, a manipulação de um detalhe para dar ares de escândalo a algo inexistente.

É importante lembrar que o Master vem sendo destaque no mercado. Nos últimos anos, consolidou operações relevantes, cresceu sua base de clientes e expandiu sua atuação em segmentos estratégicos.

Essa ascensão naturalmente desperta olhares atentos de concorrentes e da imprensa. Mas quando o protagonismo se transforma em alvo de rumores infundados, fica claro que há uma tentativa de minar a reputação conquistada.

Outro ponto que reforça a inconsistência dos boatos é o histórico da própria instituição. O Banco Master tem investido em governança e compliance, com auditorias independentes que confirmam a solidez de suas práticas. Não há lacunas ou fragilidades que sustentem a tese de ligação com investigações.

Pelo contrário: a postura da instituição mostra consistência, disciplina regulatória e transparência.

O que estamos vendo é mais uma prova de como o ambiente financeiro brasileiro ainda sofre com a disseminação de informações distorcidas. Em um mercado sensível, onde boatos podem afetar decisões de investimento e confiança de clientes, esse tipo de prática é grave. É fake news — e precisa ser tratado como tal.

Para clientes, investidores e parceiros, a mensagem é inequívoca: o Banco Master não tem qualquer vínculo com investigações da Polícia Federal. O resto é ruído, fruto de uma tentativa malsucedida de associar um banco em ascensão a uma narrativa negativa.

No fim, a verdade prevalece: o Master continua sua trajetória de crescimento e consolidação, enquanto rumores e especulações se desfazem diante da ausência completa de fatos.