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Criptomoedas

Hashdex: correção do Bitcoin foi sinal de alerta para os investidores

"Não foi a primeira e com certeza não será a última", disse Sefano Sergole, sócio da fintech

25 maio 2021 - 17h51Por Investing.com

Por Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - A forte correção do Bitcoin na última semana “não foi a primeira e com certeza não será a última” e foi um sinal de alerta para os investidores recalibrarem as posições, em um mercado que ainda está se desenvolvendo e que tem muito para crescer, disse Stefano Sergole, sócio da Hashdex, em evento promovido pelo BTG Pactual (SA:BPAC11) nesta terça-feira (25).

Para ele, a diferença fundamental da queda de quase 50% no preço do Bitcoin da semana passada para movimentos dos últimos anos é a enorme quantidade de liquidez que existe no mercado de criptoativos hoje, em comparação com 2013, por exemplo - entre 10 e 12 de abril daquele ano, o ativo desvalorizou 82% por problemas com a Mt. Gox, na época a maior negociadora de Bitcoin do mundo.

“Uma movimentação próxima de US$ 30 bilhões, como a da semana passada, é algo gigantesco, mas ainda longe de um mercado de US$ 700 bilhões. O que estamos deixando bem específico para os investidores é a importância de calibrar a exposição, com a sugestão de se manter exposto a essa tecnologia por pelo menos cinco anos”, disse Sergole.

Há um mês, a Hashdex estreou na B3 (SA:B3SA3) o Hashdex Nasdaq Crypto Index (SA:HASH11), o primeiro ETF de criptoativos do Brasil, que replica o desempenho do índice Nasdaq Crypto. O fundo de índice já chega a R$ 1 bilhão negociados e oscila entre a segunda e terceira posição de mais negociado da bolsa brasileira.

Para Sergole, o mercado de Bitcoin ainda está em desenvolvimento, “que pode levar três, cinco ou mais anos para se consolidar”, e que, por isso, movimentações como essa ou questionamentos sobre os impactos do ativo, como a feita pelo CEO da Tesla (NASDAQ:TSLA) (SA:TSLA34), Elon Musk, na última semana, são oportunas para “refinar a conversa”.

No início de maio, Musk disse, no Twitter, que a Tesla pararia de aceitar o Bitcoin como pagamento por conta de preocupações ambientais sobre o uso de energia para processar as transações. Depois, defendendo a decisão, ele sugeriu que a companhia poderia ter vendido suas próprias participações - voltando atrás para declarar que "a Tesla não vendeu nenhum Bitcoin".

Nesta terça-feira, o HASH11 o ativo caiu 5,04%, a R$ 37,27, refletindo a queda das criptomoedas no dia. Às 17h23, o bitcoin caía 3,17% a US$ 37.725 e o Ethereum recuava 3,63% a US$ 2.554,82.

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