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Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta sexta-feira (25)

Veja o que está movimentando os mercados nesta sexta-feira, 25 de junho

25 junho 2021 - 09h26Por Investing.com

Por Peter Nurse e Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - Guedes entrega a segunda fase da Reforma Tributária ao Congresso e o auxílio emergencial ganha mais uma prorrogação. Lá fora, no noticiário corporativo, a Nike estará no centro das atenções depois de prever um forte crescimento.

Enquanto isso, há dúvidas sobre a temporada de viagens na Europa, os EUA soltam números importantes de inflação e o petróleo permanece perto de máximos de vários anos.

Veja o que está movimentando os mercados na sexta-feira, 25 de junho.

1. Auxílio emergencial e nova meta de inflação
O EWZ, principal ETF brasileiro negociado no exterior, subia 0,33% no pré-mercado em Nova York, com investidores de olho na entrega da segunda fase da Reforma Tributária ao Congresso, que deve ser levada pessoalmente pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, assim como na possível extensão do auxílio emergencial por mais três meses, que deve ser assinada hoje pelo presidente Jair Bolsonaro.

Guedes afirmou ontem, em evento ao vivo promovido pela Fiesp, que o auxílio será prorrogado por mais três meses, com os mesmos valores que variam de R$ 150 a R$ 375.

No noticiário, o destaque são as discussões na CPI da Covid sobre a denúncia de possível corrupção nas negociações da vacina indiana Covaxin. Bolsonaro disse ontem, na tradicional live nas redes sociais, não ter havido irregularidades no processo de importação da vacina, e acrescentou que quem buscou "armar" a história "vai se dar mal".

Também ontem, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação medida pelo IPCA para 2024 em 3,00%, com margem de tolerância de 1,50 ponto percentual, para mais ou para menos. O CMN confirmou ainda as metas de 3,75% para 2021, 3,50% para 2022 e 3,25% para 2023.

2. Nike deve ultrapassar receita anual de US$ 50 bilhões
A Nike (SA:NIKE34) (NYSE:NKE) estará no centro das atenções na sexta-feira depois que a gigante de roupas esportivas relatou um forte trimestre e uma forte perspectiva após o fechamento do mercado desta quinta. Às 9h04, as ações da empresa subiam mais de 13% no pré-mercado, depois de acumularem queda de mais de 5% até agora este ano.

A varejista registrou lucros e receitas trimestrais melhores do que o esperado, mas foi a previsão de receita para 2022 que impressionou, ultrapassando US$ 50 bilhões pela primeira vez.

As vendas na China, atingidas por uma reação negativa depois que a empresa tentou se distanciar das acusações de uso de mão de obra escrava na província de Xinjiang, foram a única decepção. O CEO da Nike, John Donahoe, montou uma forte defesa da posição da empresa no país, dizendo: "A Nike é uma marca que é da China e para a China."

Os rivais europeus da Nike também registraram ganhos na sexta-feira. As ações da Adidas (OTC:ADDYY) subiram mais de 5%, enquanto as ações da Puma (DE:PUMG) avançaram acima de 1% para um novo máximo pós-pandemia.

3. Ações em alta; acordo de infraestrutura dá impulso
As ações dos EUA abrem ligeiramente em alta nesta sexta, estendendo os ganhos de quinta-feira ajudadas pelas notícias de progresso em um novo acordo de infraestrutura para impulsionar a economia.

Às 9h06, os futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq 100 subiam respectivamente 0,32%, 0,1% e 0,09%.

O presidente americano Joe Biden anunciou na quinta-feira um acordo próximo de US$ 600 bilhões em infraestrutura, abrindo caminho para novos investimentos em estradas, pontes e internet de banda larga. O acordo foi apoiado por um grupo centrista e bipartidário de cerca de dez senadores.

Nas notícias corporativas, além da Nike, o setor bancário provavelmente estará em foco depois que os testes de estresse do Fed os deixaram amplamente livres para retomar as recompras e os dividendos.

Também no calendário, está o fim da semana agitada para os dirigentes do Federal Reserve, com a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, e o de Boston, Eric Rosengren, programados para participar de eventos nesta sexta.

Eles falarão após a publicação do indicador de inflação preferido do Fed, o índice de preços do consumidor, que sai às 9h30. Espera-se que o indicador mostre ganhos anuais de 3,4% em maio, subindo de 3,1% em abril, e muito acima da meta nominal do Fed de 2%.

4. Limitações de viagens europeias
O debate sobre as viagens pela Europa para a importante temporada de férias de verão continua.

Uma cúpula da UE não conseguiu chegar a um acordo sobre uma linha comum para os requisitos de quarentena de viajantes do Reino Unido, resistindo à pressão da chanceler alemã, Angela Merkel, que advertiu no início da semana que a Europa está "no gelo" em sua batalha contra o coronavírus, tendo em vista como a variante Delta, altamente contagiosa, está se espalhando no continente.

O próprio Reino Unido acrescentou mais alguns destinos à sua lista, que agora inclui as ilhas Baleares da Espanha, Malta e várias outras do Caribe. Mesmo assim, as ações de companhias aéreas e a maioria das outras viagens ainda caíram.

O primeiro-ministro Boris Johnson também sugeriu um maior relaxamento das regras de viagem para os britânicos que receberam as duas doses da vacina contra o coronavírus.

5. Petróleo recua; reunião da OPEP+ em iminência
Os preços do petróleo caíam nesta sexta, mas ainda caminham para a quinta semana positiva consecutiva antes da reunião dos principais produtores da próxima semana, que devem determinar os níveis de produção futuros.

Às 9h12, os futuros do WTI caíam 0,25%, para US$ 73,12 o barril, enquanto os do Brent recuavam 0,13% para US$ 75,46, com ambos os contratos subindo 2% até agora esta semana e cerca de 50% no ano até a data.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, grupo conhecido como OPEP+, se reunirão no dia 1º de julho, sob pressão para aumentar a oferta, dado o quanto os preços subiram.

Antes disso, os traders se concentrarão na última atualização semanal da Baker Hughes do número de plataformas de petróleo dos EUA.

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