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Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta terça-feira (25)

Aqui está o que movimenta os mercados na terça-feira, 25 de maio

25 maio 2021 - 09h18Por Investing.com

Por Peter Nurse e Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - Câmara e Senado chegam a acordo para fatiamento da Reforma Tributária. A economia da Alemanha encolheu mais do que o esperado no primeiro trimestre.

Os futuros americanos e o Bitcoin sobem, enquanto o petróleo aguarda notícias sobre o abastecimento iraniano.

A Amazon (SA:AMZO34) (NASDAQ:AMZN) mira aquisição da MGM, enquanto países do Ocidente pretendem punir Belarus pelo pouso forçado de um jato comercial.

Aqui está o que está movimentando os mercados na terça-feira, 25 de maio.

1. Reforma Tributária é fatiada no Congresso
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse ontem que a Casa ficará responsável pela análise de duas etapas da Reforma Tributária. Ele se reuniu com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para tratar do assunto.

“Parte disso será da incumbência do Senado Federal, inclusive a discussão constitucional. A reforma constitucional em matéria tributária caberá ao Senado tramitar, assim como o programa de regularização tributária, o novo Refis, para poder socorrer pessoas físicas e jurídicas nessa regularização tributária", afirmou Pacheco.

De acordo com ele, a Câmara ficará incumbida dos projetos de iniciativa do Executivo enviados ao Legislativo, como a discussão da base de incidência de Imposto de Renda, IPI, PIS e Cofins. "Há uma comunhão de esforços entre as duas Casas, devidamente alinhadas com o Executivo, para que possa haver a mais ampla possível reforma tributária."

O EWZ, principal ETF brasileiro negociado no exterior, subia 0,24% no pré-mercado em Nova York.

2. Economia alemã encolhe no primeiro trimestre
A economia alemã encolheu mais do que o esperado no primeiro trimestre, contraindo 1,8% no trimestre e 3,1% no ano. Os gastos das famílias caíram 5,4%, enquanto a taxa de poupança subiu para um recorde de 23,2%, já que as restrições relacionadas à pandemia dificultaram os gastos dos consumidores.

Ao mesmo tempo, o Reino Unido registrou um déficit orçamentário de 31,7 bilhões de libras (US$ 45 bilhões) em abril, com o início do novo ano fiscal, destacando a difícil posição que a pandemia criou para as contas públicas do país.

Ainda se espera que os empréstimos em 2021-22 totalizem mais de 200 bilhões de libras, ou 10% do PIB, enquanto o déficit atinja a maior alta em tempos de paz, de 14,3% do PIB.

A segunda prévia dos dados do primeiro trimestre do produto interno bruto dos EUA é prevista para quinta-feira. A primeira impressão mostrou um crescimento de 6,4% nos primeiros três meses do ano em uma base anualizada. Fora o aumento do terceiro trimestre impulsionado pela reabertura no ano passado, foi o melhor período para o PIB desde o terceiro trimestre de 2003.

No Brasil, o IBGE divulgou às 09h00 dados de inflação da primeira quinzena de maio. O IPCA-15 avançou 0,44% na base mensal e 7,27% no acumulado em 12 meses, ambos abaixo das expectativas de 0,55% e 7,39%, respectivamente.

3. Ações devem abrir em alta; Amazon fecha negócio com MGM
As ações dos EUA devem abrir em alta nesta terça-feira (25), seguindo o início positivo da semana com os papéis de tecnologia mantendo o ritmo de recuperação.

Às 9h02, os futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq 100 subiam 0,27%, 0,34% e 0,55%, respectivamente.

Para ajudar no tom, houve mais progresso na reabertura e sinais de que a distribuição da vacina está diminuindo a disseminação de novos casos de coronavírus nos EUA. As cidades de Nova York e Los Angeles anunciaram que todas as crianças retornarão às salas de aula da escola pública em setembro. O país relatou o menor número de novos casos de Covid-19 em quase um ano.

Ao mesmo tempo, dirigentes do Federal Reserve deixaram claro que o banco central deve manter as políticas monetárias acomodativas por algum tempo, vendo o aumento da inflação como um fenômeno temporário.

A Amazon (SA:AMZO34)(NASDAQ:AMZN) deve estar no centro das atenções, após relatos de que a gigante do varejo está perto de um acordo para comprar o MGM Studios por entre US$ 8,5 bilhões e US$ 9 bilhões.

4. Bitcoin cai; falas de autoridades no radar
O Bitcoin, a criptomoeda com maior capitalização de mercado, caía após mostrar força durante a madrugada de terça-feira, interrompendo a recuperação da sessão anterior após vendas pesadas no fim de semana.

A moeda digital foi vista pela última vez 4% mais alta, em US$ 36.696, mas ainda longe da mínima de US$ 31.192 vista no domingo.

A recuperação na véspera se baseava em um tweet do CEO da Tesla (SA:TSLA34)(NASDAQ:TSLA), Elon Musk, sobre uma reunião com mineradores de bitcoin americanos sobre "iniciativas de sustentabilidade", sugerindo que algumas de suas preocupações recentes podem estar sendo abordadas.

Musk sempre apoiou o bitcoin e as criptomoedas em geral. Mas ele recentemente suspendeu o uso da moeda digital como método de compra de seus veículos, fazendo com que ela enfraquecesse drasticamente, citando preocupações sobre o impacto de sua mineração no meio ambiente.

Dito isso, o bitcoin ainda está caindo drasticamente de seu recorde histórico de pouco menos de US$ 65.000, atingido em meados de abril, após autoridades da China e dos EUA se mobilizaram para restringir a regulamentação e o cumprimento de impostos.

Os comentários negativos das autoridades monetárias continuaram, com o governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, alertando na segunda-feira que há o perigo de "se deixar levar" pela inovação financeira. "Sinceramente, sou cético em relação a ativos criptográficos, porque eles são perigosos e há um grande entusiasmo."

Além disso, o CEO do HSBC (SA:H1SB34) (NYSE:HSBC), Noel Quinn, disse que o banco, que tem uma grande presença na Ásia, não tem planos de abrir uma mesa de negociação de criptomoedas.

5. Petróleo segue caindo com Irã no radar
Os preços do petróleo bruto caíram na terça-feira, mas permaneceram perto das máxima de uma semana, à medida que os investidores buscavam novas informações sobre o potencial de mais petróleo iraniano atingir o mercado global.

Às 9h08, os futuros do petróleo WTI caíam 0,35% para US$ 65,83 o barril, enquanto os do Brent recuavam 0,19% para US$ 68,24. Os contratos subiram cerca de 6% nos últimos dias, o maior aumento em dois dias desde o início de março.

As negociações entre o Irã e as potências mundiais continuarão em Viena nesta semana para resolver questões pendentes sobre a retomada do acordo nuclear de 2015, que pode abrir caminho para a remoção das sanções dos EUA sobre os fluxos de petróleo iraniano.

Os preços do petróleo caíram quase 3% na semana passada, com uma antecipação do retorno do petróleo iraniano aos mercados internacionais, mas ainda existem lacunas nas negociações, dissipando as preocupações de um rápido aumento na produção do país do Golfo Pérsico.

Somando-se ao otimismo está o aumento da mobilidade nos EUA, o maior consumidor de petróleo do mundo, com novos casos de coronavírus aumentando apenas 0,5% na semana passada, o aumento mais lento desde março de 2020. Os investidores agora aguardam os dados de suprimento de petróleo bruto dos EUA do American Petroleum Institute, que saem no final do dia.

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