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Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta sexta-feira (7)

Aqui está o que você precisa saber sobre os mercados financeiros na sexta-feira. 7 de maio

07 maio 2021 - 09h04Por Investing.com

Por Geoffrey Smith e Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - Temporada de balanços e avanços mornos da Reforma Tributária acalmam investidores brasileiros, por ora. O relatório Payroll dos EUA deve mostrar quase um milhão de novos empregos criados em abril nos EUA, enquanto os fortes dados do comércio chinês elevam o cobre e o minério de ferro a novos recordes.

Além disso, Angela Merkel opõe-se à questão de propriedade intelectual para vacinas.

Aqui está o que você precisa saber sobre os mercados financeiros na sexta-feira. 7 de maio.

1. Sexta-feira no Brasil
A sexta-feira deve ser um dia morno para o mercado brasileiro, com investidores digerindo a semana recheada de balanços corporativos com resultados acima do esperado e avanços mornos na discussão da Reforma Tributária.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), expôs em reunião de líderes seus argumentos sobre a decisão de sustar a comissão mista que discutia a reforma tributária, e garantiu aos colegas que qualquer decisão sobre o andamento do tema será definido de maneira coletiva, afirmou nesta quinta-feira o líder do DEM na Casa, Efraim Filho (PB), à Reuters.

Segundo Efraim, Lira ponderou que o texto do relator na comissão, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), trata de mudanças da tributação no consumo, mas há outra propostas na Casa com abordagem sobre a renda.

Enquanto isso, o Brasil se tornou, nesta quinta-feira (6), o terceiro país do mundo a superar a marca de 15 milhões de casos confirmados de coronavírus, após EUA e Índia, com o registro de 73.380 novas infecções elevando o total a 15.003.563, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

Às 9h, horário de Brasília, o IBGE divulga as vendas do varejo de março, que devem ter caído 1,7% em março, na comparação anual, e 7% na mensal.

O EWZ, principal ETF brasileiro negociado no exterior, subia 0,16% no pré-mercado em Nova York.

2. Fed alerta sobre preços de ativos, alavancagem
Os preços dos ativos nas alturas estão representando ameaças crescentes ao sistema financeiro, alertou o Federal Reserve, o banco central americano, no Relatório de Estabilidade Financeira semestral publicado nesta quinta-feira (6). É o primeiro reconhecimento claro do que muitos vêem como um efeito colateral do enorme estímulo monetário liberado no ano passado.

“Os preços dos ativos podem estar vulneráveis a quedas significativas caso o apetite pelo risco caia”, disse a governador Lael Brainard, um dos membros mais influentes do conselho do Fed, no relatório. Ela destacou a questão da alavancagem oculta entre instituições não-financeiras, poucas semanas depois que o family office do ex-administrador de fundos Bill Hwang explodiu, causando prejuízos de bilhões de dólares aos credores.

Há uma abundância de alavancagem no sistema que não está escondida: a margem bruta da dívida registrada pela FINRA aumentou para um recorde de US$ 822 bilhões em março, 72% acima do ano anterior e 5,6% apenas nos últimos três meses.

3. Payroll não-agrícola deve atingir quase um milhão

Espera-se que a economia dos EUA tenha adicionado quase um milhão de empregos no mês até meados de abril, ante 916.000 em março.

O ritmo acelerado da recuperação do mercado de trabalho já foi evidente esta semana na estimativa da ADP de 742.000 empregos no setor privado obtidos no mês, enquanto os pedidos iniciais por seguro-desemprego caíram para menos de 500.000 pela primeira vez desde o início da pandemia, de acordo com dados divulgados na quinta-feira.

Apesar dos ganhos cada vez mais rápidos, os números parecem improváveis de mudar a visão do Fed para a política monetária, dado que ainda existem cerca de 8 milhões de empregos a serem recuperados antes de atingir os níveis pré-pandemia. De acordo com dados da Bloomberg, a proporção de emprego em relação à população total nos EUA ainda está abaixo do menor ponto durante a crise de 2009.

4. Ações devem abrir em alta
As ações dos EUA devem terminar a semana em alta, em curso para um ganho semanal de mais de 1%, apesar de algumas oscilações como resultado da temporada de lucros.

Às 8h53, os futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do NASDAQ subiam perto de 0,3%.

As ações que provavelmente estarão em foco mais tarde incluem as das fabricantes de vacinas, depois que a chanceler alemã Angela Merkel resistiu ao afrouxamento da proteção à propriedade intelectual para os medicamentos contra a Covid-19. O tópico será discutido em uma cúpula dos líderes da UE na sexta-feira.

Enquanto isso, os mercados de ações da China encerraram a semana caminhando na direção oposta após um relatório da Bloomberg sugerindo que Pequim estaria analisando outras restrições às empresas listadas no exterior. Isso coloca um ponto de interrogação sobre seu acesso ao pool de capital dos EUA, o que minaria as avaliações de muitas empresas.

Todos os principais índices chineses caíram mais de 1% em resposta às notícias, que vieram no final de uma semana de relatos negativos sobre as relações econômicas e financeiras da China com o resto do mundo. O governo Biden disse na quinta-feira que não reverterá as regras da era Trump que restringiam o investimento dos EUA em algumas empresas chinesas.

5. Mas os dados comerciais da China eleveam as commodities
Os dados do comércio chinês sustentaram aumentos adicionais nas commodities industriais, com os futuros do minério de ferro sendo negociados acima de US$ 200 a tonelada pela primeira vez e os futuros do cobre ficando claramente acima de US$ 10.000. Os futuros do zinco, alumínio e níquel também subiram 1% nas negociações de Londres durante a noite.

Os preços do petróleo ficaram para trás, no entanto, novamente atingidos pelo fluxo de notícias negativo da Índia, que postou mais um recorde de novos casos de Covid-19 na sexta-feira em quase 413.000, com 3.980 mortes relatadas.

Enquanto isso, os futuros do petróleo WTI caíam 0,29%, a US$ 64,52 o barril, enquanto o Brent recuava 0,22%, a US$ 67,94.

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