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Destaques: crise no ministério da Saúde e inflação nos EUA

15 março 2021 - 09h18Por Investing.com

Por Geoffrey Smith e Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - Após passar pela semana mais fatal desde o início da pandemia no país, o Brasil tem mais uma dança das cadeiras no ministério da Saúde, com a possível saída do ministro Eduardo Pazuello.

Nos EUA, a secretária do Tesouro, Janet Yellen, minimizou os receios com a inflação, às portas de reuniões importantes de política monetária ao redor do mundo.

Economia chinesa seguiu firme nos dois primeiros meses do ano, mostraram dados desta madrugada, enquanto as ações da AstraZeneca caíam no pré-mercado com mais países suspendendo as vacinas da empresa.

Aqui está o que você precisa saber sobre os mercados financeiros na segunda-feira, 15 de março.

1. Crise na saúde

Começaram a circular durante o fim de semana rumores da saída do atual ministro, Eduardo Pazuello, do ministério da Saúde Segundo os jornais, ele desmentiu o suposto pedido de demissão, mas colocou o cargo à disposição do Palácio do Planalto.

Segundo o colunista do Globo, Lauro Jardim, a médica Ludhmilla Hajjar, que teria sido cotada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o cargo, deve decliná-lo nesta tarde. O outro candidato seria o cardiologista Marcelo Queiroga.

A troca acontece após o país encerrar a semana com mais mortes pela doença desde que a pandemia começou um ano atrás. O Brasil acumula 11.483.370 casos de Covid-19 e o número oficial de mortos pela doença subiu para 278.229, segundo os dados do ministério da Saúde.

Perto das 9h20, o EWZ, principal ETF brasileiro negociado no exterior, operava próximo à estabilidade, com leve alta de 0,06%.

2. Risco da inflação é "pequeno", diz Yellen

A secretária do Tesouro Janet Yellen tentou enquadrar o grande debate da semana em seus próprios termos, dizendo ao programa “This Week” da rede americana de TV ABC que o risco de inflação é “pequeno” e “administrável”.

“Não acho que seja um risco significativo”, disse Yellen. “E se isso se materializar, certamente iremos monitorar, mas temos ferramentas para lidar com isso.”

Os comentários de Yellen vêm no início de uma grande semana para reuniões do banco central. Após o Federal Reserve e o Banco Central do Brasil na quarta-feira, o {{ecl-170||Banco da Inglaterra} e o Banco do Japão realizam suas reuniões de política na quinta e sexta-feira, respectivamente. O governador do BoE, Andrew Bailey, disse à rede britânica BBC na segunda-feira que não esperava que a inflação aumentasse excessivamente.

3. China cresce no começo de 2021

A enxurrada de dados mensais da China mostrou que a produção industrial e os investimentos em ativos fixos subiram fortemente, como esperado, em relação há um ano. A produção cresceu 35% no ano nos primeiros dois meses de 2021, contra uma base comparativa que refletia o lockdown do país. As vendas no varejo aumentaram em um valor semelhante.

A base de comparação fraca também foi responsável pela inflação dos preços no atacado da Alemanha virem positivos pela primeira vez em um ano.

Os economistas dizem que os próximos meses devem gerar alguns dados de aparência extrema por causa da enorme distorção na demanda e nos preços causada pelos lockdowns nos EUA e na Europa há um ano. Como tal, as mudanças mensais podem assumir mais importância de mercado no curto prazo.

4. Ações devem abrir em alta; Dow em novo recorde

As ações dos EUA devem abrir em alta, com apetite de risco bem colocado após as falas de Yellen no fim de semana.

Às 9h13, os futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq 100 subiam perto de 0,2%.O Bitcoin também deve ser foco após a moeda digital chegar ao novo recorde de US$ 61.000 no fim de semana.

5. AstraZeneca recua com aumento de dúvidas sobre a vacina

Os papéis da AstraZeneca (NASDAQ:AZN) (SA:A1ZN34)caíam no pré-mercado americano com temores crescentes de que a vacina contra a Covid-19 possa estar causando problemas de coagulação do sangue em pacientes.

A empresa disse em uma declaração que mais de 17 milhões de doses foram administradas na Europa e no Reino Unido sem nenhuma evidência de que a injeção aumentou o risco de coágulos sanguíneos.

Segundo a Bloomberg, até o dia 8 de março, havia 15 notificações de coágulos nas pernas e 22 casos em que atingiram os pulmões, o que é conhecido como embolia pulmonar. Na segunda-feira, Holanda e Irlanda entraram na lista de países que suspenderam a distribuição da vacina.

Enquanto isso, a UE ainda pressiona os EUA para liberem a exportação de estoques não utilizados do imunizante, que os reguladores dos EUA ainda não aprovaram.

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