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Processo de descarbonização

China lidera corrida na transição para veículos elétricos, aponta levantamento

Índice de Prontidão do País para Veículos Elétricos, da consultoria EY, aponta os 10 principais mercados automotivos em todo o mundo

03 dezembro 2021 - 09h48Por Agência EY
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A China lidera a corrida na transição para veículos elétricos (EV), à frente da Suécia e da Alemanha, em segundo e terceiro lugares, respectivamente, no Índice de Prontidão do País para Veículos Elétricos, da consultoria EY.

Um forte setor de fabricação de baterias, ampla infraestrutura de carregamento e políticas governamentais ajudam a impulsionar a China para o topo do índice, que classifica os 10 principais mercados automotivos em todo o mundo e representa 75% do mercado global de veículos leves - medido com base na oferta, demanda e regulamentação. 

A expectativa é de que as vendas de EVs superem as de todos os outros veículos na China, Europa e Estados Unidos até 2033.

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“Não se trata de uma competição, mas o índice destaca claramente que alguns mercados estão se saindo melhor do que outros. Após a COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), a descarbonização do transporte deve ser uma das principais alavancas para ajudar o mundo a enfrentar as mudanças climáticas”, diz Randy Miller, líder global de Mobilidade e Manufatura Avançada da EY. 

Miller afirma que “se os países desejam reduzir suas emissões de carbono, os governos e a indústria precisam trabalhar juntos para enfrentar o desafio, adotando uma regulamentação sensata e facilitando cadeias de abastecimento robustas e a demanda do consumidor”.

“O índice e as pesquisas que o sustentam podem ser usados para ajudar governos e fabricantes a avançarem mais no caminho em direção a um futuro descarbonizado”, conclui.

No Brasil, atualmente há cerca de 45 mil veículos leves eletrificados, entre híbridos (com motor a combustão e elétrico) e os 100% elétricos.

Os dados são da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), com base no Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Os pesados – caminhões e ônibus – não entram nessa conta. 

Em 2020, segundo a ABVE, foram vendidas 19.745 unidades eletrificadas, cerca de 1% do total de veículos leves emplacados no Brasil no mesmo período – 1.950.889, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A tendência é que os números cresçam nos próximos anos. “Até 2030, entre 15% e 20% dos veículos brasileiros serão elétricos, segundo projeções da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores)”, explica o sócio-líder da EY para o setor automotivo no Brasil, Marcelo Frateschi. 

Grau de ambição 

De acordo com o índice, os maiores mercados estão se preparando para uma aceleração na adoção da mobilidade eletrônica, mas com vários graus de ambição e urgência.

China, Suécia e Alemanha lideram atualmente a classificação devido aos principais pontos fortes do mercado de EV, como presença de fabricante de equipamento original, suporte de política e fornecimento de bateria.  

O Reino Unido está em quarto lugar no geral, mas está à frente da Suécia e da Alemanha, na terceira posição nas categorias regulatória e de prontidão para demanda.

Os Estados Unidos ficam atrás dos principais mercados europeus em termos de demanda de EVs, em parte devido à falta de metas de eliminação progressiva do motor de combustão interna em todo o país e à contínua percepção do consumidor com menos poder aquisitivo em relação aos EVs.

Canadá, Itália e Índia ocupam as três últimas posições do ranking.

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