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Decreto assinado

Brasil entra como sócio no Banco Asiático e terá carteira de US$ 350 milhões

Outros 56 países assinaram o tratado e se encontram na condição de membros fundadores em potencial

21 setembro 2021 - 09h45Por Redação SpaceMoney

Na última sexta-feira (17), o Brasil oficializou a entrada no Banco Asiático de Infraestrutura para Investimentos (AIIB, em inglês). O país integralizou US$ 1 milhão no capital do banco e, em contrapartida, poderá obter empréstimos de até US$ 350 milhões (R$ 2 bilhões na cotação atual).

Além do Brasil, 56 países assinaram o tratado e se encontram na condição de membros fundadores em potencial.

A ingressão era esperada desde a criação da instituição multilateral de desenvolvimento, em 2015. A assinatura do decreto promulgando a entrada do Brasil ocorreu após mobilização da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) há pelo menos dois anos, junto a políticos e governo federal.

Em 2019, a ABDE intermediou o encontro entre o vice-presidente do AIIB, Joachim von Amsberg, o secretário de Assuntos Econômicos Internacionais, Erivaldo Alfredo Gomes, e parlamentares.

“É uma grande conquista para o país participar de um banco multilateral de desenvolvimento desse porte. O ingresso do Brasil foi uma longa batalha da ABDE e contamos com a sensibilidade do Congresso e do governo federal para viabilizar a nossa entrada”, afirmou o presidente da ABDE e do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sergio Gusmão Suchodolski, em comunicado.

Com sede em Pequim, o AIBBO conta com capital de US$ 100 bilhões e possui cerca de cem sócios. A instituição financeira foi criada pela China para ser uma alternativa na aplicação de recursos para o financiamento do desenvolvimento econômico e social.

Apesar da prioridade do banco seja investir em infraestrutura no continente asiático, Amsberg, revelou, durante participação no Fórum do Desenvolvimento realizado em abril pela ABDE, que o banco está de portas abertas para aportar recursos em projetos sustentáveis em outras regiões, incluindo o Brasil.

“O Brasil é um importante parceiro da AIIB. Temos uma missão de investir na infraestrutura para o futuro, que seja verde e apoie nossos membros em suas ambições de fazer a transição para a economia de baixo carbono”, declarou.

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