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BR Distribuidora dispara com resultados "cada vez mais eficientes"; veja análises

Perto das 14h40, a ação da empresa era negociada a R$ 25,42

12 maio 2021 - 14h41Por Investing.com

Por Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - Os papéis da BR Distribuidora (SA:BRDT3) subiam 6,27% nesta quarta-feira (12) após a companhia reportar lucro líquido de R$ 492 milhões no primeiro trimestre, um salto de 110% ante o mesmo período de 2020.

Perto das 14h40, a ação era negociada a R$ 25,42, com alta acumulada de 11,7% nos últimos trinta dias e de 29% nas últimas 52 semanas.

Para os analistas do Goldman Sachs, a companhia apresentou resultados acima do esperado, com ganhos de estoque devido à volatilidade dos preços dos combustíveis, que, se excluídos, teriam resultado em um EBITDA por metro cúbico de R$ 110, ainda acima da estimativa de R$ 103.

Eles escreveram que os fortes resultados operacionais compensaram as despesas financeiras mais altas e os impostos corporativos e elogiaram as iniciativas da companhia para continuar melhorando a lucratividade.

Os analistas mantiveram a recomendação de Compra, com preço-alvo de R$ 32,60, privilegiando os micro aspectos da recuperação, apesar das condições macro desafiadoras, e apontam que a potencial venda da participação da Petrobras (SA:PETR4) na BR Distribuidora poderia explicar por que o preço das ações não reflete totalmente a melhoria nos fundamentos vistas nos últimos dois anos.

BTG Pactual

Já o BTG Pactual disse que o primeiro trimestre foi de “alta qualidade”, com o controle de despesas contribuindo positivamente, apesar das deseconomias de escala vindas de volumes mais fracos.

Eles apontam que, embora a BR Distribuidora tenha se beneficiado indiscutivelmente de uma janela de importação de combustível mais estreita, que reduz a competitividade de players menores, a companhia mostrou que tem capacidade de preservar e aumentar a fatia de mercado de varejo, uma indicação das propostas de valor mais fortes para os revendedores.

Os analistas destacaram ainda que a empresa mencionou potenciais ganhos de R$ 290 milhões com melhores fretes e vendas de lubrificantes. Segundo eles, se alcançado, a BR Distribuidora não se tornará apenas a líder indiscutível da indústria em termos de eficiência, mas também poderia entregar margens acima de R$ 20 por metro cúbico.

Com isso, eles mantiveram a recomendação de Compra, com preço-alvo de R$ 27.

Ativa Investimentos

Para a Ativa, a BR Distribuidora apresentou maiores margens brutas de comercialização, efeitos positivos decorrentes da variação dos estoques ocorrida mediante ao aumento nos preços internacionais de combustíveis, surpreendendo com as reduções de opex registradas.

Para eles, ainda que os volumes apresentem efeitos negativos referentes aos desdobramentos da pandemia, o ganho de eficiência e a comprovação de rentabilidade em momentos de maior estresse conferem uma expectativa positiva quanto à recepção dos resultados pelo mercado.

Eles mantiveram a recomendação de Compra, com preço-alvo de R$ 30,90, para a empresa “cada vez mais eficiente”.

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