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Operação

Americanas e B2W: fusão pode destravar reavaliação das ações, diz XP

A corretora atualizou seus preços-alvo para as ações das empresas

31 maio 2021 - 17h59Por Investing.com

Por Ana Julia Mezzadri, do Investing.com - Depois da divulgação de mais detalhes sobre a fusão entre Lojas Americanas e B2W, a XP Investimentos afirma que a operação pode destravar uma reavaliação das ações das companhias. 

Com isso, a corretora atualizou seus preços-alvo para as ações para R$ 30 para LAME4 e R$ 94 para BTOW3, ante R$ 36 e R$ 121, respectivamente. As mudanças são resultado da incorporação dos resultados recentes e do maior custo de capital devido ao aumento da taxa de juros e do risco do Brasil. A recomendação é de Compra.

No fechamento desta segunda-feira (31), em que o Ibovespa renovou máximas aos 126.215 pontos, alta de 0,52%, o papel de Lojas Americanas (SA:LAME4) tinha queda de 0,8%, a R$ 19,89, enquanto B2W (SA:BTOW3) caía 0,23%, a R$ 59,75.

Além disso, a XP fixou um preço-alvo para a ação da nova companhia, a AMER3, de R$ 82.

As especificidades da operação apresentadas em abril indicam que o caixa e os ativos operacionais da Lojas Americanas serão incorporados pela B2W em troca de ações da nova companhia, que receberá o nome de Americanas S.A. (AMER3).

“Apesar do formato da fusão ter sido mais complexo que o esperado pelo mercado, acreditamos que ela possa eliminar burocracias desnecessárias e aumentar a agilidade da empresa no ajuste de seu modelo de negócios e condução de fusões e aquisições”, diz a corretora, reiterando sua visão otimista sobre a operação.

A XP acrescenta ainda que a nova estrutura corporativa deve ajudar a maximizar os ativos atuais, pois reduz a possibilidade de conflitos de interesse entre as duas companhias, e criar sinergias fiscais.

Para além da futura fusão, a corretora acredita que a reabertura da economia deva beneficiar as vendas em lojas físicas da Lojas Americanas: “Diferente da Magalu (SA:MGLU3) e Via (SA:VVAR3), o varejo físico da Lojas Americanas é mais focado em compras feitas por impulso e com menor ticket médio, as quais tendem a se beneficiar do maior tráfego de pessoas nas ruas”, explica.

Os maiores riscos para as companhias, segundo a XP, são a forte competição, que deve trazer volatilidade no curto prazo, o movimento de rotação para teses de reabertura e a alta nos juros de 10 anos americanos.

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