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"Divisor de águas"

Alcoa dispara 7% com CEO vendo limitação da produção de alumínio na China

Os preços do metal aumentaram 14% este ano já que a produção da China deve diminuir

24 março 2021 - 15h50Por Investing.com

Por Christiana Sciaudone, da Investing.com - As ações da Alcoa (NYSE:AA) dispararam 6,97% depois que o CEO disse que o controle da produção de alumínio pela China será um "divisor de águas", relatou a Bloomberg.

Às 15h44, os papéis eram negociados a US$ 29,33, com mínima em US$ 29,29 e máxima em S$ 30,47.

A indústria de alumínio teve anos de superabastecimento, mas a China, que produz 55% da oferta global de alumínio, está tomando medidas para conter as empresas que dependem da energia a carvão, em uma tentativa de cumprir uma meta de neutralidade de carbono até 2026. Isso pode encerrar décadas de expansão que fez da China o maior produtor da commodity, disse a Bloomberg, citando uma entrevista com o CEO da Alcoa, Roy Harvey.

Os preços do metal aumentaram 14% este ano já que a produção da China deve diminuir.

“Do lado da oferta, o que é realmente importante aqui é que a China realmente começou a aplicar suas leis, não está emitindo licenças de operação”, disse Harvey, segundo a Bloomberg. “Essa é a virada do jogo, porque quando eles decidiram começar a realmente aplicar essa necessidade de licenças de operação foi quando começamos a ver alguma disciplina voltando à quantidade de capacidade que estava entrando no mercado.”

A demanda também deve se recuperar em todo o mundo, disse Harvey.

Na terça-feira, o Morgan Stanley (NYSE:MS) (SA:MSBR34) elevou as ações da empresa para Compra, analisando que a Alcoa se beneficiará da dinâmica de curto e longo prazo na indústria de alumínio.

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