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Balanços 4T20

1º balanço da Cury após IPO tem entregas acima do esperado, apontam analistas

A ação fechou o dia sendo negociada a R$ 9,25, com queda acumulada de 9,95% nos últimos trinta dias e de 2,25% nas últimas 52 semanas

19 março 2021 - 17h33Por Investing.com

Por Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - Os papéis Cury subiram 4,40% nesta sexta-feira (19) após a construtora apresentar lucro líquido de R$ 74,3 milhões no quarto trimestre, alta de 34,9% na comparação anual, no primeiro balanço após a oferta primária inicial (IPO), de setembro de 2020.

A ação fechou o dia sendo negociada a R$ 9,25, com queda acumulada de 9,95% nos últimos trinta dias e de 2,25% nas últimas 52 semanas.

Em 2020, a construtora teve lucro acumulado de R$ 160,8 milhões, praticamente estável em relação a 2019.

A receita líquida da empresa foi de R$ 1,14 bilhão em 2020 e de R$ 345,3 milhões no quarto trimestre, altas de 12,3% e 14,5%, respectivamente. A companhia bateu recorde de vendas líquidas no ano, a R$ 1,34 bilhão, alta de 37% em relação a 2019.

A empresa informou ainda que a entrada de recursos provenientes do IPO afetou o retorno sobre o patrimônio médio dos últimos 12 meses, que atingiu no encerramento de 2020 45,7%, 29,4 pontos percentuais abaixo dos 75,1% obtidos em 2019.

Em relação aos lançamentos, foram R$ 1,54 bilhão em 2020, alta de 34,2% em relação a 2019, com 17 empreendimentos em 2020 e média de R$ 187 mil por unidade.

A construtora terminou ainda o quarto trimestre com R$ 10,53 bilhões na carteira de terrenos em valor geral de vendas potencial. Já a dívida líquida somava R$ 154 milhões no final de 2020.

O que dizem os analistas

Para os analistas do BTG Pactual (SA:BPAC11), os resultados da Cury foram sólidos, com forte volume de lançamentos, enquanto as vendas vieram em linha com o esperado e as margens subiram para 41%.

Eles apontam que há um receio de aumento dos custos no segmento de baixa renda, mas que a construtora tem um bom colchão para performar bem apesar do aumento do custo de matéria-prima.

Eles mantiveram a recomendação de Compra, com preço-alvo de R$ 16, por verem a companhia apresentando resultados acima do prometido desde o IPO.

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