domingo, 28 de novembro de 2021
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Como a Ouro Preto Investimentos escolhe os ativos que compõem seus fundos de investimentos?

O diferencial, segundo o sócio-diretor da gestora, está no cuidado com a análise de cada escolha

15 abril 2021 - 14h02Por Ouro Preto Investimentos

Cada vez mais os fundos de investimentos estão ganhando a atenção (e as carteiras) de investidores iniciantes, pois oferecem comodidade e a segurança de ter seu dinheiro cuidado por um profissional especializado, o gestor de recursos de terceiros. Não por acaso, em 2020, os fundos de investimento receberam 4,3 milhões de novos cotistas, totalizando 25,3 milhões de investidores, um aumento de cerca de 20% sobre 2019.

Existe uma grande variedade de fundos de investimento, desde os compostos por títulos públicos e privados, passando por fundos que investem em ações, até aqueles que combinam ativos de renda fixa e variável, conhecidos como “multimercado”. Neste texto trouxemos algumas dicas de como escolher um fundo de investimento respeitando o seu perfil de investidor e as regras da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Agora, chegou a vez de entender como a Ouro Preto Investimentos escolhe os ativos que compõem seus fundos de investimento. Quem sabe você se identifica com nossa maneira de trabalhar?

Fundos de investimentos: regras e diversificação na escolha de ativos

Segundo João Peixoto, sócio-diretor da Ouro Preto Investimentos, cada fundo tem a sua maneira peculiar de ser planejado. Porém, há alguns fundamentos que a gestora segue – além, claro – de respeitar a legislação vigente. “Tudo dependerá muito da política de investimento do fundo. Ela é definida na criação do produto e define quais ativos podem ser comprados pelo gestor”, afirma Peixoto.

O diferencial, ressalta o sócio-diretor da gestora, está no cuidado com a análise de cada escolha. “Para escolher um ativo, nós contamos com equipes especializadas. Em um fundo imobiliário, por exemplo, contamos com especialistas em imóveis e até engenheiros. O objetivo é fazer uma análise sofisticada do mercado e do ativo, para assim basearmos nossa decisão com o máximo de informações possível”, afirma.

A quantidade de opções, muitas vezes, é vasta: em um FII (Fundo de Investimento Imobiliário), por exemplo, pode-se investir na construção de diferentes tipos de imóveis e até comprar CRIs (Certificados de recebíveis imobiliários) – papéis que são antecipações de dívidas de empresas do mercado imobiliário e são negociados na bolsa.

E o trabalho não se finaliza na escolha. Assim que é formado o grupo de ativos que integrarão o portfólio do fundo, o gestor acompanha de perto o desempenho de cada um. De acordo com a conjuntura da economia, novas tendências do mercado ou até imprevistos com o ativo, podem ser realizadas alterações na carteira.

Um exemplo: se um fundo de investimento imobiliário conta com galpões logísticos para aluguel, mas a empresa locatária do imóvel decide expandir e, por isso, quebrar o contrato de locação, o gestor do fundo que é dono do galpão precisa decidir entre ampliar a área para servir ao locatário ou até mesmo se desfazer do ativo e procurar outras opções para investir. O objetivo é sempre buscar a melhor receita para o fundo, que refletirá em rentabilidade para os cotistas.

Tags: CVM, FIIS
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