Segundo a CNBC, a inflação anual da zona do euro subiu a 3,8% em setembro, o maior nível em três anos. O dado superou a previsão de 3,6% do mercado e a meta de 2% do BCE, após 3,2% em agosto.
A energia foi o principal motor: a inflação do setor atingiu 18,8%, a maior desde janeiro de 2023, com o conflito no Oriente Médio pressionando os preços. O núcleo ficou em 2,5%, em linha com o esperado.
Harry Woolman, analista da Validus Risk Management, disse à CNBC que o quadro é “mais do que uma história de energia” e que a reunião do BCE de 29 de outubro será crítica. Ele afirmou que o argumento de que os títulos já fazem o aperto fica enfraquecido.





