Imagem de notas de 100 dólares americanos empilhadas, simbolizando câmbio, investimentos e cotação do dólar hoje.
Notas de 100 dólares representando o mercado cambial e a cotação do dólar no dia.

Na sexta-feira (02), o dólar comercial fechou com variação de -1,2%, valendo R$5,4232, após ter começado o dia cotado a R$5,4881.

O dólar iniciou nesta segunda-feira (01) cotado a R$5,4227.

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Confira a cotação do dólar em tempo real

Agenda de hoje – segunda, 05 de janeiro de 2026

Exterior

  • 04h00 – Turquia – Índice de preços ao consumidor (dez)
  • 12h00 – EUA – Índice PMI industrial (dez)

Brasil

  • 08h00 – FGV – Índice de preços ao consumidor (semanal)
  • 08h00 – FGV – Índice de preços ao consumidor Capitais (semanal)
  • 08h25 – BC – Boletim Focus (semanal)

Desempenho das moedas na sessão anterior

Na sexta-feira (02), o dólar comercial fechou com variação de -1,2%, valendo R$5,4232, após ter começado o dia cotado a R$5,4881.

Liquidez segue reduzida no início do ano

A liquidez segue moderada nos mercados globais no início de 2026. O movimento ocorre em meio aos desdobramentos da crise geopolítica na Venezuela. Investidores operam com cautela diante do cenário.

A invasão dos Estados Unidos e a prisão de Nicolás Maduro elevam a incerteza. O fluxo financeiro permanece seletivo. Movimentos técnicos predominam nos ativos.

O ambiente limita direções mais consistentes. A sensibilidade a notícias políticas aumenta. A cautela segue elevada.

Petróleo opera instável após crise na Venezuela

As cotações do petróleo operam de forma instável nesta manhã. O movimento reflete a incerteza sobre as exportações venezuelanas. O mercado acompanha os desdobramentos geopolíticos.

Washington sinalizou uma “quarentena” militar sobre o petróleo do país. A medida busca pressionar a nova liderança em Caracas. O impacto sobre a oferta ainda é incerto.

A volatilidade segue elevada no setor. Papéis ligados ao petróleo reagem positivamente em Nova York. O tema permanece no radar global.

Bolsas sobem no exterior com viés defensivo

Os índices acionários do Ocidente operam em alta nesta sessão. O movimento ocorre em meio à crise geopolítica envolvendo a Venezuela. Investidores adotam postura mais defensiva.

Na Ásia, as bolsas também registraram ganhos. O avanço foi impulsionado por ações do setor de defesa. O movimento reflete a busca por proteção diante das incertezas e da eventual nova dinâmica China – Taiwan.

Em Nova York, papéis da Chevron avançam. Empresas ligadas ao setor de petróleo acompanham o movimento. O dólar também opera em alta.

Mercado brasileiro reage com volatilidade

No Brasil, o Ibovespa pode ter dificuldade para acompanhar o exterior. A crise geopolítica limita o apetite por risco. A volatilidade não está descartada.

Os ADRs da Petrobras recuam no pré-mercado. As ações da Vale sobem em Nova York. O EWZ registra leve queda.

O dólar avança frente a moedas fortes, movimento que também pode pressionar o real. Juros futuros seguem sensíveis aos Treasuries.

Política entra no radar doméstico

O presidente Lula condenou a ação dos Estados Unidos na Venezuela. Segundo ele, a captura de Nicolás Maduro ultrapassa limites aceitáveis. A declaração ganhou repercussão no cenário político.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, criticou a postura do governo federal. Para ele, o Brasil deveria liderar um processo de transição democrática. O posicionamento elevou o ruído político.

A reunião da Celac foi encerrada sem consenso sobre a crise venezuelana. O quadro político permanece fragmentado. 

Agenda concentra IPCA e payroll

No Brasil, o foco da semana é o IPCA de dezembro e de 2025. O indicador será divulgado na sexta-feira e deve cravar a inflação abaixo do teto da meta.

Também entram na agenda o IPC-S e a balança comercial aqui no Brasil. Nos Estados Unidos, o destaque é o payroll, que também deve ser divulgado na próxima sexta-feira.

Ao longo da semana, serão divulgados PMIs na Europa e nos EUA. A semana também será marcada pela divulgação do índice de preços ao consumidor da Zona do Euro.