
Na terça-feira (06), o dólar comercial fechou com variação de -1,0%, valendo R$5,3754, após ter começado o dia cotado a R$5,4074.
O dólar iniciou nesta quarta-feira (07) cotado a R$5,3764.
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Confira a cotação do dólar em tempo real
Agenda de hoje – quarta, 07 de janeiro de 2026
Exterior
- 04h00 – Alemanha – Vendas no varejo (nov)
- 07h00 – Zona do Euro – Índice de preços ao consumidor (dez)
- 10h15 – EUA – Pesquisa ADP (dez)
- 12h00 – EUA – PMI serviços (dez)
- 12h00 – EUA – Pesquisa JOLTs (nov)
- 12h00 – EUA – Encomendas à indústria (out)
- 12h30 – EUA – Estoques de petróleo bruto (semanal)
Brasil
- 11h30 – Banco Central – oferta de até 50 mil contratos de swap cambial (US$2,5 bilhões), em rolagem
- 14h30 – Banco Central – IC-Br (dez)
- 14h30 – Fluxo cambial (semanal)
Desempenho das moedas na sessão anterior
Na terça-feira (06), o dólar comercial fechou com variação de -0,5%, valendo R$5,3788, após ter começado o dia cotado a R$5,4048.
O que influencia o dólar hoje
O dia começa com atenção voltada ao cenário internacional, em especial aos dados de atividade dos Estados Unidos. A agenda doméstica está esvaziada, enquanto indicadores americanos e movimentos nos mercados globais tendem a orientar os negócios.
As bolsas internacionais operam com cautela após recordes recentes em Wall Street. Commodities seguem no radar, com oscilações no petróleo e valorização do minério de ferro.
No Brasil, o desempenho do mercado local deve reagir ao ambiente externo, aos preços das commodities e ao comportamento dos ativos globais ao longo da sessão.
Dados de emprego e serviços dos EUA concentram as atenções
Os investidores aguardam a divulgação da pesquisa ADP de emprego no setor privado nos Estados Unidos. O relatório JOLTS, que mede a quantidade de vagas em aberto, também está previsto na agenda.
Além disso, o PMI/ISM de serviços entra no radar ao longo do dia. Os indicadores ajudam a mapear o ritmo da atividade econômica americana.
À noite, a vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve, Michelle Bowman, participa do evento. Suas falas podem trazer sinalizações relevantes para o mercado.
Bolsas internacionais operam sem direção única
Os futuros de ações em Nova York operam próximos da estabilidade após os recentes recordes. O movimento ocorre em um ambiente de cautela antes da divulgação dos indicadores econômicos.
Na Europa, as bolsas apresentam desempenho misto. O mercado reage a dados regionais, incluindo números mais fracos de vendas no varejo da Alemanha.
O CPI da Zona do Euro de dezembro voltou à meta do Banco Central Europeu. Ainda assim, o noticiário político internacional adiciona ruído ao cenário.
Petróleo recua com falas de Trump sobre Venezuela
O petróleo amplia perdas nesta sessão após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele afirmou que autoridades interinas da Venezuela entregariam entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo aos EUA.
As falas pressionam as cotações e reforçam a sensibilidade do mercado a questões geopolíticas. O setor segue volátil.
O movimento ocorre em um contexto de atenção redobrada às relações entre Estados Unidos e Venezuela, mantendo o risco político no radar.
Setor de energia acompanha possível operação com ativos russos
Ações do setor de energia ganham atenção após relatos envolvendo a Chevron e a Quantum Energy Partners. As empresas poderiam se reunir para uma oferta conjunta.
O objetivo seria a compra de ativos internacionais da petrolífera russa Lukoil. O tema surge em meio às sanções aplicadas à Rússia.
Qualquer avanço nessa frente pode impactar o setor global de energia. O mercado acompanha os desdobramentos com cautela.
Mercado brasileiro reage a commodities e cenário externo
O Ibovespa pode passar por ajuste após fechar no segundo maior nível da história. O viés dos futuros em Nova York influencia o humor do mercado local.
O petróleo recua cerca de 1,5%, enquanto o minério de ferro sobe aproximadamente 4%, apoiado por relatos de estímulos econômicos na China.
No pré-mercado, os ADRs da Vale e o EWZ operam em queda, enquanto os ADRs da Petrobras avançam. Juros futuros seguem sensíveis ao comportamento do dólar e dos Treasuries.