Pilha de notas de 100 dólares americanos empilhadas, destacando riqueza e finanças.
"Notas de 100 dólares empilhadas, símbolo de capital, investimentos e poder econômico."

Na segunda-feira (02), o dólar comercial fechou com variação de 0,1%, valendo R$5,2608, após ter começado o dia cotado a R$5,2618.

O dólar iniciou nesta terça-feira (03) cotado a R$5,2604.

Acompanhe nossa análise diária.

Confira a cotação do dólar em tempo real

Agenda de hoje – terça, 03 de fevereiro de 2026

Exterior

  • 11h40 – EUA – Discurso Bowman, membro do FOMC
  • 18h30 – EUA – Estoque de petróleo bruto (semanal)
  • 21h30 – Japão – PMI de serviços (jan)
  • 22h45 – China – PMI de serviços (jan)

 Brasil

  • 06h00 – Fipe – IPC (jan)
  • 08h00 – FGV – IPC-S capitais (jan)
  • 08h00 – Banco Central – Ata Copom
  • 09h00 – IBGE – Produção industrial (dez)

Desempenho das moedas na sessão anterior

Na segunda-feira (02), o dólar comercial fechou com variação de +0,1%, valendo R$5,2569, após ter começado o dia cotado a R$5,1247.

O que influencia o dólar hoje

Os mercados iniciam a terça-feira atentos à agenda doméstica e aos desdobramentos políticos nos Estados Unidos. A Ata do Copom e a produção industrial no Brasil dividem espaço com incertezas fiscais em Washington e sinais mistos da economia global.

No exterior, o impasse em torno do financiamento do governo americano segue no radar, ao lado de tensões geopolíticas e declarações de autoridades monetárias. Bolsas operam sem direção única, refletindo esse ambiente de cautela.

No mercado local, ativos brasileiros reagem ao humor externo, enquanto dados e falas oficiais ajudam a calibrar expectativas para juros e atividade. O foco está em sinais que confirmem ou não espaço para cortes à frente.

Impasse fiscal e Fed

Nos EUA, o foco permanece na paralisação parcial do governo e nas negociações para um acordo de financiamento, com declarações de Trump tentando reduzir o risco de prolongamento do impasse.

Autoridades do Federal Reserve seguem no radar, especialmente discursos regionais, em um momento de maior cautela após o adiamento de indicadores relevantes de emprego.

A divulgação do relatório JOLTS, ainda pendente, é vista como peça-chave para calibrar a leitura sobre o mercado de trabalho americano.

Geopolítica e mercados globais

As tensões geopolíticas continuam influenciando os ativos, com declarações envolvendo Irã, Oriente Médio e negociações comerciais adicionando volatilidade ao cenário.

Bolsas globais operam de forma mista, com destaques positivos pontuais na Ásia, enquanto mercados ocidentais mostram desempenho mais contido.

O comportamento das moedas reflete esse ambiente, com ajustes diante do diferencial de juros e das expectativas de crescimento.

Ativos e expectativas

No mercado local, os ativos acompanham o exterior, com o ETF brasileiro negociado em Nova York mostrando leve alta no pré-mercado, apesar da queda do petróleo.

Os juros futuros devem reagir tanto à ata do Copom quanto aos dados de produção industrial, buscando sinais mais claros sobre o início do ciclo de cortes.

A dinâmica recente sugere cautela no curto prazo, mas mantém espaço para ajustes ao longo da curva, sobretudo nos vencimentos intermediários.

Política e comércio exterior 

No campo político, avança a tramitação do acordo provisório de comércio entre Mercosul e União Europeia, que volta ao debate no Congresso.

A expectativa é de que o tema ganhe tração nas próximas semanas, embora o processo ainda dependa de aprovações internas e externas.

Esse pano de fundo institucional adiciona um vetor estrutural ao cenário, relevante para a leitura de médio prazo sobre investimento e crescimento.