Dólar hoje
Na sexta-feira (03), o dólar comercial fechou com variação de -0,1%, valendo R$5,3353, após ter começado o dia cotado a R$5,3394.

Na quarta-feira (07), o dólar comercial fechou com variação de +0,2%, valendo R$5,3852, após ter começado o dia cotado a R$5,3722.

O dólar iniciou nesta quinta-feira (08) cotado a R$5,3852.

Acompanhe nossa análise diária.

Confira a cotação do dólar em tempo real

Agenda de hoje – quinta, 08 de janeiro de 2026

Exterior

  • 05h30 – Zona do Euro – Discurso de Luis de Guindos, do BCE
  • 07h00 – Zona do Euro – Taxa de desemprego (dez)
  • 10h30 – EUA – Pedidos iniciais de seguro desemprego (semanal)
  • 10h30 – EUA – Balança comercial (out)
  • 22h30 – China – IPC (dez)

 Brasil

  • 08h00 – FGV – Índice de preços ao consumidor (semanal)
  • 08h00 – FGV – IGP-DI (dez)
  • 09h00 – IBGE – Produção industrial (nov)
  • 11h30 – Banco Central – oferta de até 50 mil contratos de swap cambial (US$2,5 bilhões), em rolagem

Desempenho das moedas na sessão anterior

Na quarta-feira (07), o dólar comercial fechou com variação de +0,1%, valendo R$5,3852, após ter começado o dia cotado a R$5,3790.

O que influencia o dólar hoje

O dia começa com cautela nos mercados, combinando tensões geopolíticas no exterior e uma agenda doméstica marcada por ruídos institucionais. O foco se divide entre dados econômicos relevantes e desdobramentos políticos.

Nos Estados Unidos, a atenção recai sobre indicadores de emprego, enquanto na Europa o noticiário mistura dados econômicos e incertezas políticas. O ambiente externo tende a influenciar o humor da sessão.

No Brasil, o caso Master segue no centro do radar, ao lado da produção industrial e dados e inflação. A política também ganha peso com eventos ligados aos atos de 8 de Janeiro.

Indicadores dos EUA e produção industrial e inflação no foco

Nos Estados Unidos, o mercado aguarda pedidos de auxílio-desemprego e payroll, dados que ajudam a calibrar expectativas sobre a política monetária. A leitura do mercado segue sensível a qualquer surpresa.

No Brasil, a divulgação da produção industrial entra como termômetro da atividade no fim do ano. Dados de inflação também são monitorados, em meio a um cenário externo ainda desafiador.

Dados da FGV mostram que o IGP-DI variou apenas 0,1% no mês de dezembro, encerrando o ano com deflação de 1,20%. O processo de desinflação continua e o BC pode ser obrigado a avaliar com mais calma o cenário macroeconômico do país antes da próxima decisão de política monetária.

Bolsas reagem a tensões políticas e dados europeus

A manhã é de aversão ao risco, com bolsas em queda no mercado futuro de Nova York e desempenho fraco na maior parte da Europa. As tensões geopolíticas seguem pressionando o sentimento dos investidores.

O noticiário internacional foi dominado por movimentos dos Estados Unidos envolvendo a Venezuela, além de declarações de Donald Trump sobre Groenlândia e Colômbia. O cenário amplia a percepção de instabilidade global.

Na Europa, o foco recai sobre os dados econômicos, após as encomendas à indústria alemã surpreenderem positivamente e superarem as expectativas do mercado.

Escalada geopolítica eleva percepção de risco global

O risco geopolítico ganhou força após a ofensiva envolvendo Venezuela e Estados Unidos. As declarações de Trump adicionaram incerteza ao cenário internacional, elevando o nível de cautela.

A sinalização de possível intervenção na Groenlândia e na Colômbia reforça a leitura de um ambiente externo mais volátil. O tema passou a pesar sobre ativos globais desde o pregão anterior.

Na Europa, o aumento dos gastos militares dos Estados Unidos também gerou reação negativa, pressionando bolsas e reforçando a busca por posições mais defensivas.

Caso Master mantém incerteza no ambiente local

No cenário doméstico, os desdobramentos do caso Master seguem como principal foco. O risco de contágio e os questionamentos sobre a condução do processo continuam gerando incerteza.

O tema dividiu atenções com a pauta econômica do dia, especialmente diante da possibilidade de impactos sobre o sistema financeiro. O assunto permanece sensível.

Além disso, o mercado acompanha o comportamento das ações ligadas ao setor financeiro, ainda sob influência das incertezas institucionais.

8 de Janeiro recoloca política no centro do debate

A agenda política ganha destaque com a expectativa de participação do presidente Lula na cerimônia que marca os três anos dos atos de 8 de Janeiro. O evento reforça o peso simbólico da data.

Também cresce a expectativa de que o presidente utilize a ocasião para vetar o projeto que reduz penas dos condenados pelos atos golpistas. A decisão tende a reacender o debate no Congresso.

Em paralelo, lideranças partidárias acompanham os desdobramentos institucionais relacionados aos atos, mantendo o tema ativo na agenda política do dia.