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Redução do índice de dívida

Holcim vende negócios de cimento no Brasil para CSN (CSNA3) por US$ 1,025 bi

O desinvestimento da Holcim inclui cinco fábricas de cimento integradas, quatro estações de moagem e seis unidades agregadas

10 setembro 2021 - 09h00Por Reuters

Por Brenna Hughes Neghaiwi, da Reuters - A Holcim informou nesta sexta-feira que concordou em vender negócios de cimento no Brasil para a Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) (CSN), dizendo que o desinvestimento no valor base de 1,025 bilhão de dólares reduzirá significativamente seu índice de dívida.

"Este desinvestimento é mais um passo em nossa transformação para nos tornarmos líder global em soluções de construção sustentáveis e inovadoras, nos dando flexibilidade para continuar investindo em oportunidades de crescimento atraentes", disse o presidente-executivo da Holcim, Jan Jenisch, em comunicado.

A Reuters informou mais cedo na sexta-feira que a unidade de cimento da siderúrgica brasileira estava perto de adquirir os ativos da empresa suíça no país.

O desinvestimento inclui cinco fábricas de cimento integradas da Holcim, quatro estações de moagem, seis unidades agregadas e 19 fábricas de concreto pronto, disse a maior fabricante de cimento do mundo.

Em nota separada, a CSN disse que o acordo adiciona uma capacidade produtiva à da CSN Cimentos de 10,3 milhões de toneladas de cimento por ano por meio de plantas estrategicamente localizadas no Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, além de substanciais reservas de calcário de alta qualidade e unidades de concreto e agregados.

"São esperadas relevantes sinergias operacionais, logísticas, de gestão e comerciais, com espaço para evolução de mix de produtos e expansão da base de clientes, disse a CSN em fato relevante.

Ainda segundo a CSN, o acordo se insere na estratégia de expansão da CSN Cimentos em meio à recuperação do consumo de cimento no Brasil, "demonstrando a capacidade da empresa de assumir papel de destaque no setor".

Com o fechamento da operação, a CSN Cimentos passará a ter uma capacidade total de 16,3 milhões de toneladas ao ano e "presença cada vez mais abrangente no território nacional como um produtor relevante e de baixo custo".

Trata-se da segunda aquisição realizada pela CSN, que dois meses atrás comprou a Elizabeth Cimentos e Mineração por um valor de negócio avaliado em R$ 1 bilhão.

No segundo trimestre, a CSN reportou lucro líquido de R$ 5,513 bilhões, crescimento de 1.136% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 8,174 bilhões.

Com informações de Times Money Journal.
 

 

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