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Após cair com perspectivas de crescimento mais lento, DocuSign (D1OC34) se recupera

A empresa agora prevê um aumento máximo de 39% nas suas receitas anuais que, comparado com crescimento de 49% no ano durante o exercício anterior, o que reflete uma desaceleração face às primeiras ondas da pandemia.

03 setembro 2021 - 14h05Por Investing.com

Por Dhirendra Tripathi, da Investing.com – As ações da DocuSign (NASDAQ:DOCU) (SA:D1OC34) foram negociadas em baixa nesta sexta-feira no pré-mercado em Nova York, depois que as projeções da empresa, embora mais altas, ficaram abaixo das expectativas. No entanto, os papéis se recuperaram após a abertura do mercado.

Às 13h51, os papéis eram negociados em alta de 5,54% a US$ 310,90 na Nasdaq, enquanto as BDRs na B3 avançavam 6,09% a R$ 80,80.

A empresa agora prevê um aumento máximo de 39% nas suas receitas anuais que, comparado com crescimento de 49% no ano durante o exercício anterior, o que reflete uma desaceleração face às primeiras ondas da pandemia.

A DocuSign, tal como muitas empresas digitais, se beneficiou muito durante a pandemia à medida que as empresas adotaram as suas soluções para integrar remotamente funcionários e gerenciar fluxos de trabalho. Agora que mais empresas voltam ao modelo de trabalho em escritório, as taxas de crescimento dessa atividade pode ter atingido seu auge, embora sua trajetória ainda esteja acima do que antes do surgimento da Covid-19.

A empresa agora enxerga a sua receita anual em cerca de US$ 2,08 bilhões, um aumento de cerca de 2% em relação à sua projeção de junho.

No trimestre em curso, a empresa vê uma receita de US$ 529 milhões.

A receita total para o segundo trimestre foi de US$ 511,8 milhões, um aumento de 50%.

O lucro ajustado por ação mais do que triplicou, para US$ 0,47 por ação. Tanto as receitas como o LPA vieram acima das expetativa.

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