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UBS B3

UBS eleva preço-alvo da B3 por "aceleração do mercado de capitais"

18 agosto 2020 - 12h06Por Investing.com

Por Gabriel Codas - Investing.com - O UBS divulgou relatório nesta terça-feira elevando o preço-alvo das ações da B3 (SA:B3SA3) de R$ 58 para R$ 71, reiterando a recomendação de compra para o ativo. Os analistas atualizaram as estimativas para a companhia, atualizando as receitas em entre 4% e 6% entre 2020 e 2024, principalmente impulsionado por listados e com estimativas de ADTV mais altas; e melhores margens em ações à vista (mudanças na política de preços adiadas para 2021) em 2020 e RPC de derivativos acima do esperado.

Por volta das 11h26, as ações operam com forte alta de 4,56% a R$ 60,76, com máxima em R$ 61,48, acima dos ganhos do Ibovespa hoje. O principal índice acionário brasileiro registrava alta de 1,75% a 101.340 pontos.

Para a equipe do banco, os volumes devem continuar a ser suportados por taxa básica de juros baixa; mudança da renda fixa por ações; forte crescimento de investidores de varejo; e aceleração da atividade do mercado de capitais com aumento do número de oferta de ações.

Como resultado, eles aumentaram o lucro por ação entre 2-3% no período entre 2020 e 202E e elevaram o preço-alvo em 22%, também refletindo a redução do CoE e da estrutura de dívida (WACC em 9,8%, de 10,4%). Os analistas ainda enxergam um lado positivo para a B3, com as ações sendo negociadas com PL de 28x em 2021 (em linha com os pares globais) e reiterando classificação de Compra.

Em relação ao risco de concorrência, o documento lembra que, no final de 2019, as discussões sobre concorrência potencial na negociação de ações voltaram a se fundir em razão da conclusão da arbitragem relacionada aos serviços de depositário e audiência pública da CVM sobre um novo regulamento para garantir o bom funcionamento do mercado em um cenário de mais de uma infraestrutura de mercado ao mesmo tempo.

Com as incertezas advindas da Covid-19, as discussões diminuíram. Porém, agora, com a recuperação mais rápida do que o esperado em ações e volumes sólidos, o banco acha que o mercado brasileiro se torna mais atraente para a entrada de um novo concorrente. De acordo com a simulação, se B3 perder 15% dos volumes de capital total em 2022 para a concorrência apenas na negociação, o impacto no lucro por ação seria de 1%. No ntanto, se a concorrência também incluir o negócio de compensação, o impacto no lucro por ação seria muito maior, em 6,1%.

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