A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir até sexta-feira (24) se mantém as prisões preventivas dos investigados no Caso Master, autorizadas pelo ministro André Mendonça. Entre os detidos está Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB). A decisão tramita no plenário virtual da Corte.

O que está em jogo no plenário virtual

Os ministros da Segunda Turma analisam a legalidade das prisões preventivas decretadas no âmbito das investigações ligadas ao Banco Master. O prazo para votação encerra na sexta-feira (24), e o resultado pode alterar de forma imediata a situação dos detidos.

Paulo Henrique Costa, preso preventivamente, ocupava a presidência do BRB quando teria ocorrido parte dos atos investigados. A prisão preventiva é medida cautelar aplicada quando há risco de fuga, destruição de provas ou ameaça à ordem pública.

Contexto do Caso Master

O Caso Master envolve suspeitas de irregularidades ligadas ao Banco Master, instituição financeira que ganhou atenção do mercado após negociações com o BRB e discussões sobre a absorção de sua carteira de ativos. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e o Banco Central foram acionados em diferentes momentos do caso.

As investigações avançaram sobre possíveis irregularidades na gestão e nas operações da instituição, resultando nas prisões preventivas que agora o STF reavalia. Acompanhe os desdobramentos do setor financeiro em noticias.

Papel do ministro André Mendonça

Foi o ministro André Mendonça quem autorizou as prisões no âmbito do inquérito. A Segunda Turma agora avalia se os fundamentos que embasaram as ordens de prisão seguem válidos ou se há elementos para revogá-las.

Próximos passos

A votação no plenário virtual se encerra na sexta-feira (24). Caso algum ministro peça destaque, o julgamento pode ser transferido para a sessão presencial, o que alteraria o cronograma. O mercado financeiro acompanha de perto o desfecho, dado o impacto potencial sobre a percepção de governança em instituições ligadas ao setor público.