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Shoppings esperam aumento em vendas de luxo na crise

28 maio 2020 - 13h43Por Investing.com
Por Gabriel Codas Investing.com - A pandemia do coronavírus e a restrição de viagens para o exterior, combinadas com a reabertura gradual do comércio no Brasil, devem favorecer as grifes de luxo. A avaliação foi publicada na edição desta quinta-feira pelo jornal Valor Econômico. A visão de grupos como JHSF (SA:JHSF3) e Iguatemi (SA:IGTA3), donos de centros comerciais especializados nesse tipo de comércio, é um cenário bastante possível, uma vez que os brasileiros mais ricos costumam fazer compras de roupas e acessórios no exterior. Robert Bruce Harley, CEO da JHSF Malls, disse à reportagem, com a limitação das viagens, o comércio local deve ser beneficiado, mas não é possível prever com exatidão qual será o comportamento dos consumidores daqui para frente. No mesmo sentido, a diretora financeira e de relações com investidores da Iguatemi, Cristina Betts, acredita que com menor apetite por viagens, as lojas de artigos de luxo no país devem se beneficiar, citando como exemplo o que aconteceu na crise do subprime de 2008. Apesar disso, ela avalia ser difícil saber qual será o tamanho da demanda. Durante o período do isolamento social, Iguatemi e JHSF estão apostando em suas plataformas digitais para venda de produtos. Como exemplo, a joalheria Tiffany e as grifes Dolce&Gabanna e Polo Ralph Lauren (NYSE:RL), estão integradas à plataforma de e-commerce Iguatemi 365. Durante a pandemia, a plataforma de comércio eletrônico também ganhou a adesão da marca tradicional de cristais Baccarat, que não tem loja física em shoppings da Iguatemi. Harley diz que o CJ Fashion, o canal de vendas online da JHSF, já reúne mais de 300 marcas e que neste ano, até agora, as vendas cresceram 334%, em relação a igual período do ano passado. A perspectiva não contribui para o desempenho das ações das duas empresas no Ibovespa hoje, com perdas acima do principal índice acionário brasileio. Os papéis do Iguatemi caem 3,50% a R$ 33,95 e os da JHSF perdem 2,1% a R$ 4,66 às 11h45. O Ibovespa registrava perdas de 0,95% a 87.111 pontos.
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