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brasil

Presidente do BB estima contenção de R$ 500 milhões e espera retomada da economia

08 agosto 2019 - 14h38Por Angelo Pavini
O presidente do Banco do Brasil (BB), Ruben Novaes, disse hoje que o banco estima um custo de R$ 300 milhões e uma economia de R$ 500 milhões ao ano com a transformação de 333 agências em postos de serviços e o Programa de Adequação de Quadro (PAQ) anunciado no mês passado. Ele falou com jornalistas sobre os resultados do banco no segundo trimestre. Segundo ele, o custo inicial se refere aos desligamentos incentivados. “A ideia é adequar o banco aos novos tempos, as pessoas estão usando menos as agências e o banco precisa se ajustar”, disse. Com o enxugamento das agências, haverá redução normal da necessidade de pessoal. “Por isso criamos o plano de demissão incentivada, mas não é um plano generalizado, o banco vai escolher que pode sair”, explicou. A expectativa é que a economia de pessoal e das agências alcance R$ 500 milhões por ano, a partir de 2020. Ele não quis estimar um número de adesões. “Vamos esperar um pouco para saber quantas pessoas vão aderir ao PAQ”, afirmou.

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Novaes afirmou que não há uma decisão sobre novas vendas de ações do banco ou de participações, depois da venda das ações que a instituição tinha na NEO Energia. “Não temos decisão tomada de vender ativos, nem na Caixa, nem na Cielo, nem no Votorantim”, afirmou. Ele negou as notícias recentes de que o banco estava vendendo sua participação de 28,65% na Cielo, empresa de cartões que está sob foco cerrado da concorrência no mercado de adquirência e maquinhas de cartões. “A Cielo, nossa posição hoje é de fortalecimento da empresa, tem saído muita coisa errada na imprensa, não está em discussão vender a empresa”, afirmou. A “única coisa concreta” em termos de venda de ativos seria das ações que estão com o Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço-FI FGTS, administrado pela Caixa Econômica Federal. A Caixa já anunciou que estuda vender essas ações “Temos ações em tesouraria e o Tesouro Nacional também tem, então podemos vender tudo em uma oferta única”, disse, afirmando que as instituições estão discutindo a operação com o governo. Já no caso do Banco Votorantim, no qual o BB tem metade do capital, Novaes diz que a instituição apresenta “uma trajetória excepcional de melhora de resultados” e está em um processo de modernização e melhora da governança, e “não tem sentido” vender a participação no meio desse processo. O post Presidente do BB estima contenção de R$ 500 milhões e espera retomada da economia apareceu primeiro em Arena do Pavini.
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