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Marisa avança; varejista teve prejuízo de R$ 171,7 milhões no 2º trimestre

25 agosto 2020 - 13h18Por Investing.com

Por Gabriel Codas, da Investing.com - Na parte da manhã desta terça-feira, as ações da Lojas Marisa (SA:AMAR3) operam ganhos na bolsa paulista, acima da alta do Ibovespa. A varejista de moda reportou na véspera, após fechamento do mercado, que teve prejuízo de R$ 171,7 milhões, o que representa uma alta de 507,1% nas perdas em relação aos R$ 28,3 milhões apuradas no mesmo período do ano passado. Por volta das 13h12, os ativos da Marisa tinham avanço de 8,03% a R$ 8,48. O Ibovespa tinha queda de 0,3%, aos 101.991 pontos. Já as receitas recuaram 60%, para R$ 277 milhões, resultado do fechamento das lojas devido as medidas de isolamento social para o combate à pandemia da Covid-19, com as vendas no varejo recuando 72,5% entre abril e junho. No segmento de produtos e serviços financeiros, a queda foi de R$ 47,6 milhões no resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), para um saldo negativo de R$ 8 milhões, refletindo os impactos do fechamento das lojas nas receitas e maiores provisões. As provisões para perda líquida de recuperações da parte de cartão private label cresceram 78,6%, para R$ 67,1 milhões, enquanto na parte de empréstimo pessoal o aumento foi de 16%, a R$ 14,7 milhões. O Ebitda da Lojas Marisa foi negativo em R$ 71,5 milhões, sem divulgar o valor do segundo trimestre de 2019. Em termos ajustados, ele recuou R$ 164,9 milhões, para um saldo negativo de R$ 67 milhões, refletindo os impactos da pandemia de covid-19 nas operações. No conceito de vendas “mesmas lojas”, levando em consideração o desempenho de unidades em funcionamento há mais de 12 meses, a queda foi de 36,2%, considerando apenas os dias comparáveis. Já as vendas pela plataforma digital avançaram 113,1% no segundo trimestre, as vendas “mesmas lojas” recuaram 9,7%.

Visão dos analistas

Na visão da Mirae Asset, como esperado foi um resultado fraco e afetado pela covid-19 e isolamento social ocorrido no período. Os analistas esperam recuperação ao longo dos próximos meses, com a abertura das lojas e volta do fluxo de clientes, principalmente após o 4T20, quando estiver mais controlada a pandemia. Já os analistas da Brasil Plural (SA:BPFF11) continuam confiantes na capacidade de recuperação da companhia após o prejuízo na pandemia, mesmo com um cenário de curto prazo desafiador e que exige cautela dos investidores. O banco acreditam nos executivos da empresa em preservar a liquidez até a volta da normalidade. O Brasil Plural mantém a recomendação de overweight (compra) com preço-alvo em R$ 10,00, com potencial de valorização de 27,4% em relação ao fechamento de ontem.
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