A inteligência artificial precisa ser usada como ferramenta de capacitação, não de substituição do pensamento humano. É o alerta feito por Camila Aloi, especialista em tecnologia, que defende regulamentação rigorosa e pesquisa nacional robusta para evitar que o Brasil se torne dependente de soluções estrangeiras no setor.

O risco do uso passivo da IA

Para Aloi, o problema não está na tecnologia em si, mas na forma como ela é adotada. Quando o usuário delega o raciocínio à máquina sem questionar os resultados, o efeito é o oposto do esperado: em vez de ampliar capacidades, a IA as atrofia.

A especialista é direta: