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EQI BTG

EQI vira corretora até abril de 2021 com BTG Pactual como parceiro, dizem sócios

23 novembro 2020 - 11h47Por Investing.com

Por Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - A EQI Investimentos deve obter as aprovações necessárias para se tornar uma corretora até abril do ano que vem e o BTG Pactual (SA:BPAC11), dono de 49% da companhia, será um “acionista relevante para prover a estrutura necessária” aos novos serviços, disseram André Esteves, sócio-fundador do BTG, e Juliano Custódio, sócio-fundador da EQI, em evento de abertura da Money Week nesta segunda-feira (23).

Segundo Esteves, o movimento é natural e segue uma demanda do próprio mercado brasileiro de desconcentração do sistema financeiro, com mais interesse por novos produtos de investimento e, consequentemente, por outros players independentes. “As taxas de juros de um dígito combinado com tecnologia mais barata e presente, um pouco de mudança regulatória e sociocultural, criam mudanças poucas vezes vistas. A parceria da EQI com o BTG quer criar alternativas para o investidor, com custos mais aceitáveis para o cliente”, disse”.

Para Custódio, o banco de investimentos irá ajudar a criar a infraestrutura e promover o capital necessário para garantir o crescimento da futura corretora. Ele agradeceu a parceria e “oportunidade de ser sócio” de Esteves.

Em julho, o BTG Pactual anunciou a compra do escritório de agentes autônomos (AAIs) catarinense, um dos maiores do país e que até então era ligado à XP Investimentos. A aquisição deu início a uma disputa judicial entre a EQI e a antiga parceira e a questionamentos sobre o modelo de negócios dos AAIs.

Visão de mercado

No mesmo evento, Esteves se mostrou otimista com o mercado para 2021, na esteira das notícias sobre os avanços da vacina contra a Covid-19. Segundo ele, o Brasil deve se destacar na recuperação econômica pós-pandemia após acertos na “enorme expansão fiscal e monetária que apoiou a sociedade como deveria”, mas que chegou ao limite e precisa de uma agenda principal para “retomar o curso da responsabilidade fiscal e reformista do ano passado”.

Ele destacou acreditar que há um amplo entendimento dentro do Congresso sobre as reformas e que a revisão de programas sociais é bem-vista pelo mercado, desde que respeite o Teto de Gastos. Para este ano, Esteves vê acontecendo ainda as votações do Banco Central independente e da Nova Lei de Falências.

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