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Balanços: 4ª traz números da Via Varejo, Natura, JBS e Ultra; confira expectativas

14 agosto 2019 - 16h38Por Investing.com
Investing.com - Após o fechamento do pregão desta quarta-feira, a temporada de balanços do segundo trimestre do ano terá continuidade. Entre os diversos números esperados para hoje, se destacam os do Via Varejo (VVAR3), Natura (NATU3), JBS (JBSS3) e Ultrapar (UGPA3). Além disso, também serão divulgados os resultados da Cemig (CMIG4), Copel (CPLE6), Linx (LINX3) e Marfrig (MRFG3), entre outras companhias. Confira o consenso de mercado e também as estimativas dos analistas do BTG Pactual. Cemig Para a estatal mineira, o consenso de mercado é de lucro líquido por ação de R$ 0,31 no segundo trimestre do ano, sendo que no mesmo período de 2018, foram registradas perdas de R$ 0,04 para cada papel. Nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 0,55. No caso das receitas, a mediana dos analistas aponta para R$ 5,85 bilhões entre abril e junho, sendo que um ano antes foi de R$ 5,53 bilhões. Já entre janeiro e março de 2019, os números foram de R$ 5,81 bilhões, ante estimativa de R$ 5,49 bilhões. A equipe de analistas do BTG Pactual (BPAC11) estima que a companhia encerre o segundo trimestre com lucro de R$ 555 milhões, sendo que um ano antes foi de perdas de R$ 60 milhões. Já para as receitas, as apostas são de R$ 5,817 bilhões, ante os R$ 5,534 bilhões do mesmo período de 2018. Assim, o Ebitda deve ir de R$ 810 milhões para R$ 944 milhões em 12 meses, com margem de 17%. Ultrapar O consenso de mercado para a distribuidora de combustíveis é de um lucro líquido por ação de R$ 0,24 no segundo trimestre, contra R$ 0,43 de um ano antes, quando eram esperados R$ 0,40. Já nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 0,21 por ação. Já para as receitas, os analistas esperam resultado de R$ 23,23 bilhões no trimestre, contra os R$ 22,65 bilhões de um ano antes. Já entre janeiro e março de 2019, o resultado foi de R$ 20,74 bilhões. O BTG Pactual (SA:BPAC11) trabalha com estimativa de lucro líquido de R$ 230 milhões e receitas de R$ 22,697 bilhões no período, com o Ebitda em R$ 890 milhões e a margem em 4%. No mesmo período de 2018, os resultados foram, respectivamente, de R$ 242 milhões, R$ 22,646 bilhões e R$ 907 milhões. Via Varejo O consenso de mercado para a companhia varejista é de um lucro líquido por ação de R$ 0,04 no segundo trimestre, contra R$ 0,05 de um ano antes. Já nos três primeiros meses de 2019, o prejuízo foi de R$ 0,03 por ação, ante estimativa de lucro de R$ 0,02 Já para as receitas, os analistas esperam resultado de R$ 6,44 bilhões no trimestre, contra os R$ 6,64 bilhões de um ano antes. Já entre janeiro e março de 2019, o resultado foi de R$ 6,33 bilhões, ante estimativa de R$ 6,86 bilhões. Copel Para a estatal paranaense, o consenso de mercado é de lucro líquido por ação de R$ 1,52 no segundo trimestre do ano, sendo que no mesmo período de 2018, foram registrados ganhos de R$ 1,06 para cada papel, ante estimativa de R$ 0,98. Nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 1,82. No caso das receitas, a mediana dos analistas aponta para R$ 3,56 bilhões entre abril e junho, sendo que um ano antes foi de R$ 3,61 bilhões. Já entre janeiro e março de 2019, os números foram de R$ 3,9 bilhões.

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Linx O consenso de mercado para a companhia de tecnologia é de um lucro líquido por ação de R$ 0,16 no segundo trimestre, contra R$ 0,11 de um ano antes, quando eram esperados R$ 0,14. Já nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 0,11 por ação, ante estimativa de R$ 0,12 Já para as receitas, os analistas esperam resultado de R$ 188,51 milhões no trimestre, contra os R$ 170,87 milhões de um ano antes, quando eram esperados R$ 170,8 milhões. Já entre janeiro e março de 2019, o resultado foi de R$ 176,8 milhões. O BTG Pactual trabalha com estimativa de lucro líquido de R$ 21 milhões e receitas de R$ 188 milhões no período, com o Ebitda em R$ 55 milhões e a margem em 29%. No mesmo período de 2018, os resultados foram, respectivamente, de R$ 29 milhões, R$ 171 milhões e R$ 40 milhões. Marfirg Para o frigorífico, o consenso de mercado é de lucro líquido por ação de R$ 0,13 no segundo trimestre do ano, sendo que no mesmo período de 2018, foram registradas perdas de R$ 0,91 para cada papel, quando era esperado prejuízo de R$ 0,08. Nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 0,01. No caso das receitas, a mediana dos analistas aponta para R$ 11,6 bilhões entre abril e junho, sendo que um ano antes foi de R$ 6,14 bilhões, ante os R$ 9,94 bilhões esperados. Já entre janeiro e março de 2019, os números foram de R$ 10,08 bilhões. A equipe de analistas do BTG Pactual (BPAC11) estima que a companhia encerre o segundo trimestre com lucro de R$ 102 milhões, sendo que um ano antes foi de perdas de R$ 452 milhões. Já para as receitas, as apostas são de R$ 11,793 bilhões, ante os R$ 9,944 bilhões do mesmo período de 2018. Assim, o Ebitda deve ir de R$ 918 milhões para R$ 1,132 bilhão em 12 meses, com margem de 10%. Natura O consenso de mercado para a companhia cosméticos é de um lucro líquido por ação de R$ 0,23 no segundo trimestre, contra R$ 0,27 de um ano antes, diante de estimativa de R$ 0,21. Já nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 0,03 por ação, ante estimativa de lucro de R$ 0,15 Já para as receitas, os analistas esperam resultado de R$ 3,34 bilhões no trimestre, contra os R$ 3,1 bilhões de um ano antes. Já entre janeiro e março de 2019, o resultado foi de R$ 2,92 bilhões, ante estimativa de R$ 2,87 bilhões. A equipe de analistas do BTG Pactual (BPAC11) estima que a companhia encerre o segundo trimestre com lucro de R$ 62 milhões, sendo que um ano antes foi de R$ 32 milhões. Já para as receitas, as apostas são de R$ 3,373 bilhões, ante os R$ 3,100 bilhões do mesmo período de 2018. Assim, o Ebitda deve ir de R$ 372 milhões para R$ 478 milhões em 12 meses, com margem de 14%. JBS Para o frigorífico, o consenso de mercado é de lucro líquido por ação de R$ 0,60 no segundo trimestre do ano, sendo que no mesmo período de 2018, foram registradas perdas de R$ 0,34 para cada papel. Nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 0,41. No caso das receitas, a mediana dos analistas aponta para R$ 50,41 bilhões entre abril e junho, sendo que um ano antes foi de R$ 45,1 bilhões. Já entre janeiro e março de 2019, os números foram de R$ 44,37 bilhões. A equipe de analistas do BTG Pactual (BPAC11) estima que a companhia encerre o segundo trimestre com lucro de R$ 1,503 bilhão, sendo que um ano antes foi de R$ 2,998 bilhões. Já para as receitas, as apostas são de R$ 50,808 bilhões, ante os R$ 45,176 bilhões do mesmo período de 2018. Assim, o Ebitda deve ir de R$ 4,238 bilhões para R$ 4,481 bilhões em 12 meses, com margem de 9%.
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