A escolha de André do Prado como candidato ao Senado pelo campo bolsonarista gerou reações negativas dentro do próprio movimento. Eduardo Bolsonaro defendeu publicamente a decisão e revelou que disputará como primeiro suplente de André, mesmo residindo atualmente nos Estados Unidos.
Por que André do Prado foi escolhido
Eduardo Bolsonaro listou os critérios que fundamentaram a indicação do deputado estadual paulista. A escolha passou pelo alinhamento ideológico, pela trajetória legislativa na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e pela viabilidade eleitoral no estado.
André do Prado ocupa mandato na Alesp e é considerado um nome de confiança dentro do núcleo bolsonarista paulista. A candidatura ao Senado representa uma aposta do grupo em um perfil com base regional consolidada em São Paulo, estado decisivo no calendário eleitoral de 2026.
Críticas internas ao movimento
A decisão não foi recebida de forma unânime. Apoiadores e lideranças bolsonaristas questionaram publicamente a escolha, sinalizando preferências por outros nomes dentro do campo conservador.
As críticas refletem uma disputa interna por espaço no palanque bolsonarista em São Paulo. O estado concentra o maior colégio eleitoral do país, o que torna a definição da chapa para o Senado estratégica para todo o movimento em 2026.
Eduardo Bolsonaro como primeiro suplente
A revelação de que Eduardo Bolsonaro figurará como primeiro suplente da chapa adicionou uma camada política relevante à composição. Ele mora nos Estados Unidos desde o início de 2025, após obter status de proteção temporária no país.
A presença do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro na chapa, mesmo na condição de suplente, sinaliza que o grupo mantém o alinhamento familiar como elemento central da estratégia eleitoral. A composição reforça a presença da família Bolsonaro no centro das decisões do movimento para as eleições de 2026.
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