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Decisões de investimentos com base na emoção geralmente trazem perdas

16 abril 2020 - 07h48
Decisões de investimentos com base na emoção geralmente trazem perdas
Quando passamos por uma crise, o primeiro impulso é movimentar a carteira. Porém, é comprovado que tomar decisões de investimentos com base na emoção geralmente traz perdas. Para ser mais racional, o ideal é voltar ao planejamento financeiro que foi feito antes de iniciar a sua carteira. Se o planejamento é inexistente, faça um planejamento imediatamente. Nunca é tarde para começar. Qual é a necessidade de liquidez do investidor? A primeira coisa que deve ser analisada é qual a necessidade de liquidez dessa carteira. O planejamento deve prever uma reserva de emergência, e objetivos com tempo definido para os resgates. Quanto mais próximo o objetivo, menor deve ser a volatilidade do investimento escolhido. Um exemplo é a volatilidade que fundos de crédito privado estão apresentando. Pode ser interessante diminuir a exposição a esses ativos. A crise está fazendo investimentos como a LFT renascerem. O que fazer com meus investimentos de longo prazo? Para objetivos de longo prazo, como a independência financeira, a volatilidade não deve ser a justificativa para mudança na carteira. A compra de um ativo apenas “porque caiu” também é um erro. Alguns ativos sofrerão com a nova realidade e podem nunca mais subir. Se a sua carteira possui bons ativos, sugiro a manutenção das posições. Qual a melhor forma de aproveitar as oportunidades? O aporte frequente continua sendo a melhor opção para aproveitar as oportunidades apresentadas em momentos de crise. Seguindo um plano de compras frequentes, haverá a tranquilidade de que, mesmo em queda, sua carteira terá um preço médio excelente. A crise do Covid-19 é bem severa e dificilmente teremos um bull market como vimos nos últimos anos. Tive a oportunidade de acompanhar bem de perto a crise de 2008. Ela gerou reflexos na bolsa brasileira tão severos que entre 2010 e 2015 a bolsa quase não saiu do lugar. Mesmo com a bolsa “de lado”, quem acumulou ativos durante esses anos se beneficiou muito do bullmarket dos últimos 5 anos. E a diversificação não se limita apenas às ações. Investimentos em moedas, ouro e fundos imobiliários são ótimas opções para receber aportes frequentes.
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