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Marketing EmpresarialCOLUNA

O que é marketing empresarial e como usar

07 julho 2021 - 11h22
O que é marketing empresarial e como usar

Consultando o dicionário Michaelis, encontrei a seguinte definição: marketing empresarial é um recurso que visa à zelar pela imagem da empresa e compõe o marketing mix, junto com outros inúmeros recursos, entre eles, cultural, esportivo, político, social, verde etc.

Em 1967, Philip Kotler, o pai do marketing, não segmentava os recursos estratégicos dessa forma em sua “bíblia” Administração de Marketing, publicação ainda altamente utilizada em diversos países em cursos de graduação e pós-graduação de negócios. Ele defendia que o marketing estava completamente ligado à economia, e não só pelo preço, mas também pela demanda que sofria alterações devido ao canal de distribuição; que o lucro estava ligado ao bem-estar do consumidor e da sociedade; e que marketing deveria ser o centro da empresa.

De lá pra cá, o DNA do marketing sofreu diversas e importantíssimas mutações: de 1.0 foi a 5.0, de 4Ps passou a ter 15Ps, e outras definições, segmentações, posicionamentos, topo, meio, fundo, descoberta, consideração, decisão....ufa, no fim virou um monstro que se alimenta de siglas e mais siglas, difícil de acompanhar e principalmente de aplicar com  mensuração de seus resultados.

Eu, particularmente, nomeio esse “monstro”, hoje, de Frankensmkt, e meus 30 anos de convivência com ele, sejam em campo ou no meio acadêmico, apenas reforçam a minha visão de que ele continua um bebê, que tenta andar mas ainda engatinha. Muitos colegas discordam dessa minha opinião simplista e controversa, mas mesmo sem dar o braço a torcer, no fundo todos sabem que é assim que a banda toca!

Deixando as opiniões e divagações de lado, vamos ao que interessa: marketing empresarial nada mais é do que um conjunto de estratégias que envolve ações online e off-line, de curto e médio prazo, objetivando um aumento na visibilidade da empresa, na sua base de clientes e no lucro. Esse processo envolve estudo, análise das necessidades da empresa, metas a serem alcançadas e receptividade da audiência e essa engrenagem só funciona se toda a equipe trabalha unida e focada em atingir essas metas, seguindo e respeitando as estratégias pré-definidas.

Hoje essas estratégias precisam ter uma ampla visão em outras frentes. Além das áreas tradicionais de economia, negócios e política, entram fortemente no jogo, como atacante em seleção campeã, a experiência do usuário e o design thinking, que em resumo é a união da sensibilidade com a necessidade das pessoas em um ambiente tecnologicamente amigável. Essa combinação de mindset com plano de ação pode transformar a forma como as empresas desenvolvem seus produtos, serviços, processos e estratégias.

As diversas combinações que citei até aqui devem ser levadas em conta no desenvolvimento das estratégias da sua empresa, porque cada organização deve possuir a sua própria, personalizada. Sei que isso é difícil nesse mundo control c, control v, mas quanto mais inédita, mais relevância e engajamento sua marca terá. Porque qualquer que seja o seu público, o que ele espera é criatividade, eficácia e entrega. 

O quê? Como? Onde? Por quê?

As respostas dessas 4 perguntas sempre me ajudam a atingir níveis mais profundos de observação, sintetizando as informações de forma mais objetiva. Mas o que isso tem a ver com o marketing empresarial? Na minha visão, tudo! Perceba que a condução desse texto mescla o tradicional com o inovador, o concreto com o maleável, a imagem engessada da empresa com a empatia do consumidor 5.0, o internet heavy user. Esses são os chamados nativos digitais, geração nascida e mergulhada no mundo conectado, com hábitos comportamentais imersos na tecnologia. Por isso, nunca foi tão urgente o marketing se adaptar a eles, mas de forma simples, nada de Frankensmkt!

A forma mais simples de marketing empresarial está lá nos 4Ps do Kotler, então vamos uni-los com as respostas dessas 4 perguntas e, de forma minimalista, conceber uma estratégia que pode atender consumidores de todas as faixas etárias. Essa mixagem fica assim:

1. O primeiro P é o do produto, mas o quê? Aquilo que a empresa está oferecendo ao consumidor, seja um produto ou um serviço. O mundo hoje está nas mãos, de forma literal no smartphone, por isso não existe horário comercial, nem feriado, apenas um link que precisa estar disponível 24 horas por dia e, por isso, o investimento em uma plataforma omnichannel é imprescindível, pois o atendimento precisa estar onde o cliente está, disponível em redes sociais, e-mails, chats, entre outros.

2. O segundo P é o do Preço, mas como? Como o preço pode ajudar a atrair a atenção do público para o seu negócio. Preços altos transmitem a ideia de maior qualidade e preços baixos atraem maior atenção, qual estratégia é melhor? Aquela que valorizar a experiência por completo, desde o primeiro contato até o pós-compra, dando mais importância ao customer experience. A experiência do cliente precisa estar presente em todas as etapas da jornada do consumidor; se a experiência for agradável, a empresa ultrapassará os concorrentes conquistando um fã da marca.

3. O próximo P é o da Praça, o onde? O ponto comercial da empresa, seja físico ou virtual, precisa transmitir organização e segurança. Um ponto comercial ou um site/e-commerce não podem prejudicar a navegabilidade e aqui precisamos considerar a visão do heavy user, pois ele compara opiniões de amigos, familiares e desconhecidos para fechar negócio.

4. O último P é o de Promoção, o Por quê? Porque está mais barato? A promoção está diretamente relacionada à divulgação, envolvendo os canais que serão utilizados para criar o love branding, a relação afetiva com a sua empresa, quando o consumidor defende e recomenda a marca para mais pessoas.

Agora é mãos à obra e, como diria o tio do Peter Parker, com grandes poderes vêm grandes responsabilidades!

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